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	<title>BIBLIOTECNO -  BIBLIOTECNOMIA * INFORMAÇÃO * TECNOLOGIA</title>
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	<description>Biblioteconomia, tecnologia e informação são os temas do seu bibliotecno, um blog com ideiais sem ser muito formal. Falamos de Bibliotecas, tecnologia pala leitura, ebooks, web archiving e muito mais</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 03:41:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dê adeus a Luís Antônio Giron e aos &#8220;websuficientes&#8221; em sua biblioteca</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 00:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Antônio Giron]]></category>
		<category><![CDATA[serviço de referencia virtual]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade da informação]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Um jornalista equivocado e deslumbrado com o mundo digital. A biblioteca não acabou!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/05/biblio03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2211" title="biblio03" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/05/biblio03.jpg" alt="" width="800" height="269" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Biblioteca Nacional, onde trabalho, existe um usuário que constantemente critica o trabalho de jornalistas. Diz ele: Chegam, em menos de 1 hora fazem uma pesquisa e já levam aquilo como o certo, como a palavra verdadeira, para publicar em revistas, transmitir via jornais, etc. Sim, o jornalismo vem sendo pressionado pela web e muitas informações não são pesquisadas de forma profunda, gerando verdadeiros “vacilos jornalísticos” como a informação divergente sobre o local onde caíram 3 prédios no centro do Rio de Janeiro no início do ano.</p>
<p>Mas não, <strong>este não é um texto para criticar jornalistas</strong>, aliás, <strong>vivemos, nós bibliotecários, o mesmo problema</strong>: A pressão que a web faz sobre aqueles que trabalham com informação, tanto na criação, quanto na disseminação. Mas a pressão não é justificativa para que não se faça seu próprio trabalho, pelo menos o mínimo: foi isto que cometeu Luis Antônio Giron em seu texto <a href="http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html" target="_blank">Dê adeus as Bibliotecas</a>.</p>
<p>Qual foi o erro?<strong> A partir de uma péssima experiência</strong> o jornalista atacou uma classe/um tipo de instituição. Sim, não pesquisou e por isto<strong> não conseguiu entender o que são as bibliotecas nos tempos atuais (e claro que não é aquela que ele visitou o modelo que queremos)</strong>, não analisou a existência de diversos tipos de bibliotecas e que muitas colaboram com o desempenho de empresas e não buscou saber as diversas facetas do trabalho dos bibliotecários.</p>
<p>Qual foi o <strong>maior absurdo</strong> cometido pelo jornalista em seu texto? Foi exatamente o motivo de este texto ser publicado no Bibliotecno: <strong>a exaltação da tecnologia</strong>. Giron chega a <strong>substituir as bibliotecas por lan houses</strong> e ai é que esta o grande problema de muitos jornalistas como ele demonstrou ser. A Web tem tudo? <strong>Não!</strong>, Mas ela tem conteúdo que não existe nas bibliotecas. São ambientes complementares. A web não é tudo!</p>
<p>O problema é a dificuldade de se chegar a um conteúdo da web, um ambiente com um volume enorme de informações, recuperadas por sites de buscas, que criam filtros de acordo com o que é mais lido, mesmo que seja um absurdo, e somado a interesses comerciais. Existem os &#8220;websuficientes&#8221; e para determinadas pesquisas isto nem é um problema, contudo, quando a web é vista como &#8220;o todo&#8221; isto se torna um problema. Acreditar que o que aparece nas duas ou três primeiras páginas do Google é o relevante, o essencial, é um erro maior ainda.</p>
<p>Então a web não deve ser utilizada? Claro que deve, porém, há uma classe que vêm a anos estudando formas de pesquisa de conteúdo, de interpretação de solicitações e que visa auxiliar as pessoas na ação de encontrar aquilo que deseja em um tempo menor. Que classe é esta? A dos <strong>bibliotecários</strong>! E Senhor Giron, isto se chama <strong>Serviço de Referência</strong>, que inclusive vem se <strong>adaptando ao mundo digital</strong>. O bibliotecário se especializa em<strong> fontes de informações, entre elas as digitais</strong>, para auxiliar a sociedade, <strong>que se vê perdida em meio a tanta informação</strong>, cometendo erros como alguns jornalistas estão cometendo, divulgando informações incompletas.</p>
<p>Não estou falando de todos os jornalistas, mas de alguns como Giron, pois na biblioteca onde trabalho diversos jornalistas fazem suas pesquisas, fundamentam o que irão publicar e são auxiliados por bibliotecários. Para estes bons jornalistas &#8211; não estou dizendo que Giron é um jornalista ruim, mas que cometeu um pecado digital &#8211; , a biblioteca não morreu. Aliás, na Biblioteca Nacional, existem jornalistas (e historiadores também) que auxiliam o trabalho de bibliotecários. Bem, o presidente da Biblioteca Nacional é jornalista, e duvido que ele acredite que as bibliotecas acabaram.</p>
<p>Outro absurdo é dizer que<strong> prefeituras não deveriam investir mais em bibliotecas</strong>. Ah Giron &#8211; aqui seu pecado foi mortal &#8211; , muitas bibliotecas <strong>estão como aquela que você encontrou devido à falta de investimento de prefeituras</strong>. Falta investimento nas bibliotecas públicas, <strong>quase sempre mantidas por doações</strong> (pode ser por este motivo que não tenha encontrado o livro desejado) e por falta de compra de livros através das prefeituras. Em muitos casos não há contratação de bibliotecários. Giron, já pensou que a pessoa que te atendeu pode não ser uma bibliotecária, que pode ser uma pessoa não capacitada (Isto com certeza é).</p>
<p>Agora, não vou negar que existam muitos bibliotecários com má vontade no ato de atender as solicitações dos usuários, na maioria dos casos bibliotecários com o perfil mais voltado ao processamento técnico, algo normal, mas que deveria ser corrigido (neste caso pela prefeitura). Sim, muitos profissionais agem como a &#8220;bibliotecária&#8221; que atendeu Giron agiu, e nisto ele tem razão de reclamar. É necessário eliminar falta de pró atividade de muitos profissionais, a falta de vontade de colaborar com a evolução da profissão por muitos e de se adequar aos tempos modernos.</p>
<p>Infelizmente Luis Antônio Giron fez o Bibliotecno sair um pouco do estilo de seus textos, mas é bom observar que algumas pessoas observam a biblioteca da mesma forma de Giron (com razão e agora com o apoio do material publicado pelo jornalista &#8211;  e que <strong>bibliotecários deverão  se aperfeiçoar mais e mais</strong>, utilizarem a <strong>web a seu favor</strong>, buscar resolver o problema informacional de um usuário, lutar por investimentos nas bibliotecas, tanto em tecnologia quanto na estrutura tradicional, e se adequar a realidade atual. Usar a web para divulgar o trabalho e auxiliar aos que precisam de informação também é nosso dever.</p>
<p>Felizmente os bibliotecários não são como “a pessoa que atendeu Giron na biblioteca” e os jornalistas não são como Giron, pesquisando a fundo antes de publicarem e utilizando as bibliotecas e bibliotecários como seus auxiliares. Quem caiu no conto de que na web tem tudo e é fácil encontrar o que lá tem é no mínimo inocente, ou quem sabe uma pessoa má intencionada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ah, as ferramentas divulgadas por Giron em seu texto (domínio público, archive.org) são excelentes&#8230; Bola dentro (ao acaso) do jornalista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao jornalista recomendo reclamar da pessoa que o atendeu e não utilizar seu intelecto para acreditar que aquilo é a realidade de todas as bibliotecas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Atualização:</strong></em> O jornalista e crítico vem se aproveitando das criticas<strong> para fazer audiência no twitter</strong>. Chegou mandar os <strong>bibliotecários irem caçar as bruxas</strong>. Adota uma posição polêmica, algo que muitos jornais fizeram ao longo dos anos visando a venda&#8230; Engraçado é observar a posição polêmica deste &#8220;jornalista&#8221; depois de em 2005 choramingar dizendo que a Veja estava fazendo calúnias sobre sua pessoas após um caso Waner-Ipod-Crítica-Maria Rita. Com o episódio é bem possível que Giron tenha aprendido a se tornar um caluniador de toda uma classe profissional e institucional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>3. edição, atualizado em 18/05/2012 as 12:19</strong></p>
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		<title>O Digital em alta.. cursos em junho e julho/2012</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 14:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnotícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#160;
As bibliotecas caminham para o digital cada vez mais e a busca por conteúdo acerca do tema é grande. Nos meses de junho e julho,  2 cursos irão movimentar a área, sendo um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.
&#160;
Em São Paulo, Moreno Barros ministra o &#8220;Curadoria digital: coleções na web&#8221; no dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/05/npd-niteroi-curso-para-professores-rede-publica.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2203" title="npd-niteroi-curso-para-professores-rede-publica" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/05/npd-niteroi-curso-para-professores-rede-publica.jpg" alt="" width="800" height="219" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As bibliotecas caminham para o digital cada vez mais e a busca por conteúdo acerca do tema é grande. Nos meses de junho e julho,  2 cursos irão movimentar a área, sendo um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em São Paulo, Moreno Barros ministra o &#8220;Curadoria digital: coleções na web&#8221; no dia 16 de junho. o Conteúdo abordado será:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>· Cultura web;</p>
<p>· Projeto de digitalização;</p>
<p>· Políticas e leis;</p>
<p>· Indexação e softwares;</p>
<p>· Divulgação e redes sociais;</p>
<p>· Cases.</p>
<p>e o investimento de R$ 100,00 até 25/05 e R$ 130,00 após.</p>
<p>Mais informações sobre o evento em <a href="http://paloma-altran.blogspot.com.br/2012/04/curso-curadoria-digital-colecoes-na-web.html" target="_blank">http://paloma-altran.blogspot.com.br/2012/04/curso-curadoria-digital-colecoes-na-web.html</a></p>
<p>Já para os cariocas será a Bibioteca Nacional que irá apresentar um curso do dia 2/07 a 06/07/2012. O evento apresenta uma ementa que engloba diversos temas, tais como: Bibliotecas Digitais, Internet e web; Imagem digital; Padrões na gestão de arquivos  digitais, Fluxo operacional de digitalização; Livros eletrônicos; Arquitetura de informação e usabilidade; Interoperabilidade; Bibliotecas digitais e redes sociais; Repositórios e consórcios de bibliotecas digitais; Metadados e linguagens de marcação; Armazenagem de arquivos digitais; Preservação digital.</p>
<p>As temáticas serão ministradas por:</p>
<p>Ana Pavani<br />
André Pfeiffer<br />
Angela Monteiro Bettencourt<br />
Carlos Henrique Marcondes<br />
Cláudio Soares<br />
Geraldo Chaves Junior<br />
Joaquim Marçal<br />
Luiz Agner<br />
Luiz Fernando Sayão<br />
Moreno Barros<br />
Otávio Alexandre de Oliveira<br />
Simone Weitzel<br />
Vinicius Martins</p>
<p>Serão 60 vagas ao custo de R$ 500,00. Mais informações em <a href="http://bndigital.bn.br/cursoBN2012.htm" target="_blank">http://bndigital.bn.br/cursoBN2012.htm</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para você que deseja ter contato com a temática, é uma boa sugestão.<br />
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		</item>
		<item>
		<title>O mundo em transformação: em que tiramos proveito? E o futuro? vamos viajar um pouco&#8230;</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2196</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 06:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Abre um debate sobre tecnologia e marketing em bibliotecas a partir de um vídeo sobre as mudanças tecnológicas e sociais dos últimos 5 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/04/tec.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2197" title="tec" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/04/tec-1024x348.jpg" alt="" width="819" height="278" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olá, este é um texto de questionamentos e baseado em um vídeo. É bom notar que este não é um vídeo de biblioteconomia e nem mesmo de tecnologias próprias, exclusivos para a área, mas assistam e depois leiam o restante do tópico, e utilizem a parte de comentários para expor sua visão sobre os fatos.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/yz0b6oZFP-g" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>obs: É bom notar que eu peguei apenas alguns aspectos do vídeo para abrir discussões, contudo, este fala em outros aspectos como produção de informação, entre outros e também estão abertos para discussão&#8230; vamos lá&#8230;</em></p>
<p>O que posso dizer de 5 anos atrás? Tinha pouco tempo que havia saído de Macaé para a Biblioteca Nacional e uma das reclamações de meus familiares, principalmente no período em que estava em outra cidade, era por eu nunca estar com meu celular carregado. São apenas 5 anos que me afastam daquele Alex que via o celular como algo pouco atrativo para uma pessoa com 3 smastphones. O que mudou?</p>
<p>Foi com um Nokia N73 que comecei a ver a possibilidade de utilizar a web enquanto não estava em casa. Muto rudimentar aquele acesso sem muito incentivo das operadoras e com o rudimentar navegador do finado sistema Symbian utilizado por aquele aparelho. O Iphone surgiu e mudou tudo, mudou o cenário para todos os concorrentes e permitiu uma experiencia que tornasse o tablet mais viável que em outras épocas.</p>
<p>Tablets e smartphones passaram a ser equipamentos para consumo de conteúdo e o livro e outros documentos é um tipo de documento quem vem se relacionando com estes objetos eletrônicos.  Mas a informação não chega rapidamente apenas estamos utilizando aparelhos mais modernos. A mobilidade cresceu e fomos incentivados a ficar conectados 24 horas por dia e assim usarmos redes e mais redes sociais. Fomos incentivados a trocar conteúdo e fazer com que sistemas como o Google, as publicidades do facebook e outros conhecessem mais a gente do que nós mesmos.</p>
<p>Não foram só equipamentos&#8230; o homem mudou e quem mais vem sabendo tirar proveito disto é a área de propaganda. E agora chego ao ponto que esta reflexão se envolve com a biblioteconomia: que proveitos as bibliotecas vem tirando disto?</p>
<p>Em um certo aspeto o problema pode não ser nem mesmo a tecnologia, mas um certo distanciamento que há entre o bibliotecário e o marketing. Fazemos publicidade, mas temos resistências com o marketing. Lembrando que publicidade é uma parte do marketing, e este último engloba conhecer o cliente, o que ele deseja.</p>
<p>Agora pense: Quantas bibliotecas utilizam ferramentas de redes sociais? Quantos trabalhos sobre Facebook, Twitter e outros você já viu em congressos? Qual é o foco do uso destas ferramentas? Me arrisco a dizer que em grande maioria bibliotecas utilizam estas ferramentas para fazer publicidade, mas não aproveitam em nada a troca de informações, não buscam conhecer os usuários com quem está se relacionando.</p>
<p>Ah, mas eu não tenho tempo para analisar usuários em uma rede, não tenho tempo para trocar informações&#8230; apenas para divulgar (no passado se falava que até para isto não havia tempo). Mas não é conhecendo o usuário que você pode elaborar melhor uma política de desenvolvimento de coleções? Que pode eliminar serviços e produtos que sua biblioteca oferece, mas que não é relevante para seus usuários?</p>
<p>Não venho aqui falar como você irá efetivamente fazer seu marketing, começando pela coleta de informações sobre seus usuários e usuários potenciais. Para isto existem algumas idéias da dupla Moreno e Murakami que pode ajudar. O texto aqui vem buscar saber em que todo este novo mundo ajudou ou prejudicou a sua biblioteca. Quais foram as práticas mais interessantes utilizadas que aproveitam as mudanças dos últimos 5 anos a favor da sua instituição?</p>
<p>Como você se relaciona com seu cliente? O que mudou nesta relação?</p>
<p>Fora isto é claro que as mudanças destes 5 anos irão gerar a necessidade de novos produtos. Não perco tempo dizendo que o livro impresso vai acabar, mas o certo é que novas formas de leitura irão se consolidar. Quando falo em novas formas de leitura não me prendo apenas ao livro, mas a todo tipo de informação.</p>
<p>Nesta nova realidade, onde a biblioteca precisa mudar? E o mais interessante: como equilibrar novidades, que podem ser apenas modismos, com o tradicional? em um tempo onde as coisas mudam rapidamente e nem sempre é possível esperar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como eu disse, este texto é apenas um questionamento e só será completo com sua participação comentando. Aqui não há certezas nem conclusões, apenas uma abertura de debate.</p>
<p>E então, o que mudou e o que esperar para os próximos 5 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ah, como já disse, este é um texto que não busca concluir nada, então seria legal misturar as idéias com tecnologias como o QR Code, NFC&#8230; Enfim, se em algum lugar chegar um novo texto &#8211; e ai mais didático &#8211; irá surgir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>O texto termina aqui, mas&#8230;</em></strong></p>
<p><em>Fugindo da linha de raciocínio acima e só para apimentar:</em></p>
<p><em>Porque não utilizar os novos smatphones com tecnologia NFC para substituir cartões de usuários?</em></p>
<p><em>Se o pagamento eletrônico via smartphone vingar, não seria interessante fazer parcerias com bancos onde o cartão virtual de débito via smart/nfc poderia ser o cartão da biblioteca e em troca a biblioteca receber por propaganda da marca do banco? Sobre isto é bom lembrar que já há algo como o uso do cartão de débito &#8211; aqui o cartão tradicional mesmo &#8211; como o cartão do bandeijão na UERJ, e o banco patrocina o baixo valor da comida. Porque não poderíamos deixar de ser puritanos, utilizar a tecnologia, a propaganda, o marketing e criar uma sinergia que resulte em verbas para as bibliotecas&#8230;</em><br />
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		<item>
		<title>Um bibliotecário não tem que ser um tecnólogo, mas deve observar a tecnologia! Uma relação necessária</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2191</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 06:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecário]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bibliotecário não tem que ser um tecnólogo, mas deve observar a tecnologia! Uma relação necessária para compreender o mercado, as tendencias de necessidades dos usuário e tirar proveito de ferramentas para melhorar os diversos setores de uma biblioteca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/04/tabs.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2192" title="tabs" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/04/tabs-1024x430.jpg" alt="" width="819" height="344" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já disse aqui no bibliotecno, anteriormente, que acho um exagero à tendência que se via no passado: de que um dia, o profissional bibliotecário e de “informática” iriam chegar uma sincronia tão grande que quase iriam se confundir. Hoje é possível dizer que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Já critiquei aqui no bibliotecno sobre algumas questões de informática cobradas na área de conhecimentos específicos em concursos públicos e felizmente percebo que esta tendência vem diminuindo.</p>
<p>Mas o bibliotecário não deve entender de tecnologia? Deve estar apenas voltado para a organização da informação? Não, porque se eu fizesse uma afirmativa como etária criando uma grande contradição em relação ao próprio blog.</p>
<p>Mas o que você quer dizer? Porque o bibliotecno tem textos que às vezes chegam a parecer publicados por blogs de tecnologia? Você que acompanha este blog deve perceber que muitas vezes estes textos e/ou notícias do blog abordam tecnologias, equipamentos, mas de modo superficial. Hoje direi o que espero quando publico este tipo de conteúdo.</p>
<p>Estou quase terminando de ler o livro “Seleção de materiais de informação” de Vergueiro em sua terceira edição, atualizando a visão do autor acerca do tema já que no passado já li a segunda edição. Uma coisa me chama a atenção neste livro publicado em 2010 – há “apenas” 2 anos: Vergueiro em vários momentos afirma que o livro já poderia estar desatualizado quanto a afirmações publicadas sobre suportes tecnológicos.</p>
<p>No capítulo sobre critérios de seleção de documentos em CD-Rom percebo que o autor – há 2 anos, ou 3 considerando o tempo para publicação – falava do DVD-Rom como substituto. Hoje, em 2012, não diria que o autor estava errado e nem mesmo desatualizado, porém, quando observo o cenário do mundo tecnológico vejo que a respeitada “Apple” já baniu unidades leitoras de CD-ROM e DVD-ROM de seus notebooks.</p>
<p>Vergueiro aborda outra questão interessante sobre a pesquisa em bases de dados em CD, DVD ou em linha, apontando sua praticidade em relação ao papel. Quando aponta isto, o autor deixa no imaginário a ideia de praticidade atrelada a um PC (ou Mac), contudo, hoje uma pessoa pode achar mais prático ainda consultar em seu tablet, numa posição mais confortável. Mas quando Vergueiro escreveu esta edição do livro o Ipad ainda era algo mais próximo de uma “<em>Back to the Future Part 2</em>”.</p>
<p>Outra coisa que o autor considera em algum momento de sua obra é que o bibliotecário deve buscar entender o marcado do livro e é neste ponto que eu queria chegar. Um bibliotecário não irá se tornar necessariamente um editor ou um livreiro se buscar entender o mercado do livro para auxiliar na seleção documental. Assim, um bibliotecário também não irá se tornar um tecnólogo se buscar entender de tecnologia e a tecnologia vem interferindo no mercado informacional.</p>
<p>Percebo que na Biblioteca Nacional, aonde trabalho, nos últimos 5 anos vem diminuindo o volume de revistas – publicações gerais – que trazem suplementos em CD-Rom/DVD-Rom. Qual o motivo deste fenômeno? Maior acesso a Internet e informação na nuvem mais acessível? Ausência de unidades leitoras destes discos em computadores, principalmente relacionado à onda que foram (ou ainda são?) os netbooks? E com os tablets, sem estas unidades leitoras, não voltaremos atrás, não é?  Então devo reservar um espaço enorme para guarda de CDs/DVDs nos próximos anos, ou comprar arquivos que possam adequados a outros tipos de materiais?</p>
<p>Não, não irei dar a resposta para o ultimo questionamento acima, até por não saber ao certo. O que percebo é que o bibliotecário deve se envolver com a tecnologia, mas de duas formas: Como informação geral, de atualidades, de tendências, ou seja, informações relacionadas ao mercado da tecnologia – assim como se deveria fazer com o mercado livreiro/documental – e na análise de ferramentas que poderão auxiliar o bibliotecário em coleta de dados, formas de oferecer serviços, o que não é o âmbito deste texto, mas que será possível perceber em alguns textos do bibliotecno, ou do Murakami no “Bibliotecários sem Fonteiras”, do Moreno, do Caruso, entre outros.</p>
<p>Em que ponto eu quero chegar? Primeiro parabenizar o Vergueiro por escrever um livro onde se atenta para a mutabilidade do suporte digital e para a necessidade de se adequar em relação a critérios de seleção e em cima disto mostrar aos nossos bibliotecários a necessidade de se compreender as mudanças possíveis, as tendências do mercado da tecnologia para suas futuras tomadas de decisão. O bibliotecário não deve se relacionar com a tecnologia buscando ser um programador ou aprendendo como se monta uma rede, como algumas provas de concurso andavam cobrando (mas se você quiser aprender também não será ruim), mas deve entender as tendências e buscar aquilo que há na tecnologia que pode auxiliar seu trabalho nos mais diversos ramos de uma biblioteca.</p>
<p>E para terminar serei um pouco duro: A informação vem sendo influenciada pela tecnologia em sua forma de distribuição e interação – até o livro impresso sofre influencia – então, o bibliotecário como um profissional da informação deve pelo menos buscar entender as tendências de mercado e nunca (!) dizer que não entende nada de tecnologia E NUNCA IRÁ SE <strong>INTERESSAR</strong> POR ENTENDER, pois isto irá influenciar no Desenvolvimento de coleções, na eficiência do processamento técnico, nos serviços oferecidos pelo SR, na coleta de dados e planejamento de uma biblioteca, podendo prejudicar aquele usuário que também pode não querer saber de tecnologia, mas utiliza a mesma para chegar a uma obra impressa de sua necessidade.<br />
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		<title>A necessidade de mudanças constantes: Uma reflexão derivada do fim da Britannica</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2187</link>
		<comments>http://bibliotecno.com.br/?p=2187#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[enciclopédia]]></category>
		<category><![CDATA[Encyclopedia Britannica]]></category>
		<category><![CDATA[mudança cultural]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de suporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma reflexão derivada do fim da Britannica, que engloba entre outros aspectos a necessidade de termos um setor de obras de referência em uma biblioteca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/03/britannica.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2188" title="britannica" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/03/britannica-1024x386.jpg" alt="" width="819" height="309" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste mês presenciamos o fim da Encyclopedia Britannica impressa e uma coisa efetivamente me assustou: A repercussão dada ao fato! Tenho uma prima de 19 anos que nunca tocou na finada enciclopédia e para ela isto não faz diferença alguma, porém, para aqueles de mais idade (30 anos ou mais) o fato “caiu como uma bomba”! Diversos sites abordaram o fato &#8211; o Bibliotecno, de férias, deixou de lado &#8211; muitos bibliotecários lamentavam no twitter e até a &#8220;grande mídia&#8221; abordou o fato. A grande mídia é que em um primeiro momento me assustou! O jornal da Globo, da emissora carioca de televisão, apresentou uma matéria onde não ficava claro apenas o fim da Britannica, mas uma lamentação por seu último suspiro. Sei que a Britannica tinha edições voltadas ao público geral e aos especialistas, mas a valorização que a matéria da Rede Globo deu ao fato me assustou: parecia que a Britannica era o maior e mais celebrado conjunto literário do mundo!</p>
<p>Sim, a Britannica tem sua importância, mas nem por isto buscaria enaltece-la em detrimento a Wikipedia, como fez a Globo. A Wikipedia tem seus defeitos, mas não era para tanto. Ocorre que o problema não era exatamente a &#8220;grande mídia&#8221;, mas a sociedade como um todo. O problema não era o fim da Britannica, mas o que ela representou no passado já distante, o que resulta no fato de minha prima de 19 anos não lançar uma lágrima sequer em relação ao fim da publicação. Sim, o modelo &#8220;livro impresso&#8221;  já faz tanto tempo como dominante que passamos a adotar o uso deste como algo natural, humano. Outros suportes se foram (mais ou menos) como o LP (Long Play), o CD (Compact Disc), o VHS e as pessoas lamentaram, contudo, por serem mais &#8220;modernos&#8221; estes suportes, as lágrimas não se espelharam por toda a sociedade e foram breves, pois estas mudanças eram entendidas como &#8220;A MODERNIDADE!&#8221;, como melhor qualidade de imagem, de som, porém, quando esta mudança é levada ao livro e modelos similares impressos a mesma justificativa não vale.</p>
<p>Vi também bibliotecários, profissionais da inf0rmação e não do suporte informacional, levarem suas lamúrias as redes sociais. Parece que estou sendo um pouco mais duro, mais tecnólogo, sem sentimento&#8230; &#8220;Epa!&#8221;&#8230; Até onde o sentimento pode influenciar e atrapalhar nossa função? Vamos a realidade da maioria das bibliotecas: Qual era o efetivo acesso as enciclopédias quando não incentivadas pelos bibliotecários? Tá bom! Exagerei na pergunta! Vamos reformular: Qual o efetivo uso da Encyplopedia Britannica e similares nas bibliotecas, quando não expressamente incentivadas pelos bibliotecários?</p>
<p>Eu trabalho na Biblioteca Nacional, no setor de Periódicos, que fica no mesmo salão do setor de referência. A primeira percepção que tenho é que dificilmente alguém entra na biblioteca para pesquisar uma obra de referência. Sim, isto é real, presente em livros teóricos&#8230; Depois percebo que aqueles que seguem para o setor de referência indicados pelos bibliotecários que não conseguiram encontrar a solução do problema do usuário em seu acervo. Neste caso o ir ao setor de referência serve para o usuário ter maiores pistas sobre aquilo que deseja para encontrar a informação necessária retornar ao setor de periódicos, de livros, etc e retomar a busca pela informação desejada, dar mais subsídios para o serviço de referencia.</p>
<p>Não venho aqui buscar trazer dados científicos, mas apenas uma percepção do que ocorre em uma biblioteca. Percebo que as enciclopédias ajudam aos usuários, mas, observo que na maior parte das vezes são as enciclopédias especializadas que fazem isto. Enciclopédias gerais como a Britannica (ou parte da Britannica) já perderam espeço há muito tempo. Mas o que isto interfere na biblioteca?</p>
<p>No livro A Biblioteca Digital, de Anna Maria Tammaro e Alberto Salarelli, consta no prefácio que na implementação da impressa, na forma mecânica de se produzir livros, os efeitos deste novo modelo mudaram a biblioteca, porém, mudaram a longo, longo e longo prazo. Vivemos em um tempo de mudanças rápidas e a biblioteca até se encaixou neste novo cenário, porém, ainda carrega consigo muito da lentidão do passado em suas necessidades de mudanças. Observo isto até em algumas questões de concurso público sobre o Serviço de referência! Sempre há uma questão indicando que o serviço de referência não ocorre apenas em uma biblioteca de referência, porém, sabemos que é difícil encontrarmos uma biblioteca de referência e que com o tempo este tipo de biblioteca será cada vez mais raro. Sim! Raro, pois se o usuário pode carregar suas referencias gerais (como dicionários e enciclopédias) em seu tablet, smartphone o notebook para que armazenar um acervo tão grande de consulta rara? E no caso das bibliotecas especializadas, para que determinar um espaço físico para obras de referência especializadas em um acervo que tende a não ser tão grande (em muitos casos)?</p>
<p>Não, não estou panfletando em favor do fim das obras de referencia, pois sei que as especializadas são de extrema importância. Mas é necessário termos um espeço dedicado para estas obras, um espaço específico? Será que a CDD e a CDU não conseguiriam deixar estas obras agrupadas junto a todo o acervo??!! Não poderíamos indicar estas obras através dos sistemas de bibliotecas ao invés de uma delimitação física que em muitos casos gera problemas no aproveitamento do espaço físico? E se as obras de referencia que tendem a sobreviver são as especializadas, que em muitos casos demandam uma leitura mais profunda, não poderíamos mudar a ideia de que obra de referencia não se empresta para uso domiciliar? Ou que pelo menos algumas poderiam  ser retiradas da biblioteca por um prazo, ajudando ao usuário que precisa de seu conteúdo.</p>
<p>Às vezes a mudança é difícil e para muitos eu sei que as obras de referência ficam bonitas dispostas nas estantes (capas melhores que de livros e sem muitas marcas de uso intensivo), mas acho que a cada encerramento de algo que represente o mundo da publicação impressa, como no caso da Britannica, devemos parar para refletir. Não, não estou falando no fim do impresso, no fim do livro, mas que estes não serão futuramente como é hoje e que a biblioteca não poderá ser a mesma.<br />
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		<title>Biblioteca via rede social! O filtro para a informação [provocação]</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2178</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 03:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mais debatidos no BT]]></category>
		<category><![CDATA[acesso a informação]]></category>
		<category><![CDATA[filtro]]></category>
		<category><![CDATA[Informação online]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua rede social como filtro para pesquisa em catálogos de bibliotecas? Não sei se é viável, mas seria uma boa ideia, exposta por este texto provocativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/01/lt1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2180" title="lt" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/01/lt1-1024x359.jpg" alt="" width="819" height="287" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É guerra! E não estou falando de Irã e Estados Unidos, mas de guerra informacional, algo que um dia iria acontecer. O Gigante Google anunciou uma nova forma de busca, utilizando seu poder de mercado e permitindo que os resultados das consultas feitas na ferramenta sejam baseados apenas naquilo que seus amigos de círculos do Google Plus, a rede social do Google, tenham publicado ou compartilhado. É claro que isto se apresenta como algo não favorável para concorrentes, aliás, o Google é o maior buscador mundial (e no meio de uma investigação antitruste)! E o twitter resolveu colocar a boca no mundo, dizer que é a rede que mais contribui com informações em tempo real e que a atitude do Google irá prejudicar os usuários, enfim, uma guerra que já teve resposta do Google e que é para peixe grande.</p>
<p>Estamos falando de ferramentas de rede social, de busca, de informação, da necessidade de grandes empresas apresentarem o máximo de informação possível para prender seus clientes e vejo sempre as bibliotecas <span style="text-decoration: line-through;"><del>brasileiras</del></span>, detentoras de muita informação, longe disto. É como se as bibliotecas fossem uma espécie de local informacional imaculado, puritano, onde a informação fica presa no seu meio, no seu ninho e deixa de ser conhecida, descoberta por milhares de pessoas, como bem colocou Moreno Barros no Bibliocamp 2011.</p>
<p>Observe que estou falando de rede social e busca e em um artigo publicado em 2011 no Bibliotecno falava na possibilidade de usar as ferramentas de redes sociais para a aquisição de materiais. Esta é uma ideia que joguei no ar, mas que é difícil de ser implantada, ou melhor, é necessária muita pesquisa para se pensar como fazer. E no meio desta guerra, entre dois gigantes, venho trazer mais uma reflexão acerva a outra ponta da relação entre biblioteca e usuário: a descoberta e entrega de informação.</p>
<p>Antes de tudo, é necessário que as bibliotecas abram seus sistemas, permitam que seu conteúdo torne-se recuperável, pois sem isto nada do que poderemos pensar é possível. Hoje cada vez mais pessoas utilizam as ferramentas de rede social e existem diversas, para todo tipo de perfil: com foco em relacionamentos sociais, profissionais, fatos do cotidiano, musica, livros e por ai vai. As pessoas trocam informações, criam relações, grupos e é neste ponto que o Google vem explorar, ou seja, utilizar toda esta informação existente acerca das pessoas para dar a ela o que ela necessita, de acordo com seu perfil, contatos, trocas de informação, histórico.  A palavra em questão é: FILTRO!</p>
<p>E é exatamente isto que acredito faltar em catálogos de bibliotecas, além de liberar o acesso aos buscadores e ter mais catálogos coletivos. É muito complicado entrar no site da Biblioteca Nacional e ter como resposta para uma pesquisa por assunto mais de 7000 registros como resposta a uma consulta. Quem em condições normais vai verificar 7000 itens, e pior, visualizados em uma simples ordem alfabética!</p>
<p>Existem aqueles que acreditam que um sistema de biblioteca possa ser mais social, permitir cadastro, compartilhamento, etc, etc, etc.. Para que se já existem diversas redes sociais?  Não seria mais lógico “logar” em uma rede de livros, no facebook e lá fazer uma pesquisa em diversas bibliotecas e o resultado refletir aquilo que o meio onde estou inserido considera como meu perfil, ou melhor, exibir estes resultados como primeiros itens em 7000? Ah, mais o Facebook? Tudo bem, para fins profissionais utilize o Linkedin, círculos do Google Plus, para assuntos do momento o Twitter, para informações sobre um local o Foursquare, para música o Myspace&#8230; Para meios acadêmicos uma rede interna de pesquisa&#8230; Enfim, aplicativos que utilizem a ferramenta da biblioteca e o uso APIs das redes para, por meio destas, encontrar o resultado desejado no catálogo. E mais, um resultado que irá variar de acordo com a rede em que está logado, com seu estado de espírito e objetivo naquele momento. Ah, mas quero ver os 7000 itens&#8230; Pesquise pelo catálogo, simples.</p>
<p>Aliás, este poderia ser até um meio de exibir diversas informações de diversos catálogos diferenciados e mais: ainda poderia dar dicas aos usuários, ou seja, uma DSI de acordo com o perfil, com seu histórico e contatos na rede.</p>
<p>Simples o que disse? Não! Loucura! Como fazer? Ah, é necessário pensar os sistemas, criar aplicativos&#8230; Nada fácil! Mas o que venho fazer aqui é jogar a ideia, pois vai que alguém leia e ache viável e resolva investir nisto. O que me atormenta é ver que as bibliotecas estão longe deste meio informacional.</p>
<p>Hoje um amigo meu disse que em seu trabalho mencionou a um funcionário de 19 anos sobre a Barsa e ele disse que não sabia o que era isto! Meu medo é que daqui há alguns anos o mesmo ocorra quando o termo biblioteca for mencionado. Alarmista? Claro, faz parte do jogo de provocações, mas ficar cada vez mais longe do ambiente que novas gerações vivem pode diminuir a importância de uma biblioteca, algo que não gostaria de ver acontecer.<br />
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		<title>Kindle Fire ataca no mercado e se torna queridinho no consumo de informação</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2174</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 03:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suporte da informação]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de suporte]]></category>
		<category><![CDATA[suporte digital]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Aborda o crescimento das vendas do dispositivo Kindle Fire e o que isto pode significar em termos de consumo de informação, leitura e biblioteca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/kindlef.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2175" title="kindlef" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/kindlef-1024x363.jpg" alt="" width="717" height="254" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem aqueles que pensam que a informação (o livro impresso apenas&#8230; no máximo um periódico) deve ser consumido, devorado, apreciado em um bom ambiente, luz ambiente baixa e uma boa boa luminária de aço inox com o foco de luz inclinado para as páginas do livro. E para completar&#8230; um bom vinho, alguns pedaços de queijo&#8230;</p>
<p>Mas parece que nos EUA a população não está nem ai para este modelo&#8230; o negócio é ler, ou melhor, consumir informação. Se aqui no Brasil, ao pegar um ônibus destinado a classe C é possível ver diversas telinhas de smartphones consumindo informação e outros desta classe (e até da D) nos shoppings de informática comprando seus tablets xing lings, imagine nos EUA. Um smarphone de 4 a 5 polegadas já é util para ver um filme, consumir notícias e mesmo ler um livro, mas um tablet pode ser melhor (digo pode, pois em determinadas situações um dispositivo de 5 polegas é vatajoso)</p>
<p>Mas os tablets são caros e os consumidores tem seus receios&#8230; A Amazon pensou nisto, barateou os custos para o usuário e&#8230; sucesso!</p>
<p>Segundo a coluna Link do Estado de São Paulo, em 20 de dezembro, um pouco antes do natal, a venda Kindle Fire têm crescido a uma taxa diária de 19%. É claro que há muita publicidade em cima dos números oferecidos, mas indica que quando o preço é baixo as vendas acontecem.</p>
<p>&#8220;Com isso, o Kindle Fire pode ser considerado um produto-líder no mercado. A Millenial observa que o seu crescimento de impressões é maior que o do primeiro iPad. Para a empresa, o Kindle é um produto desejável a um preço acessível. Ele não deve substituir o iPad, mas ser a segunda opção no setor.&#8221;</p>
<p>Mas o que isto significa? Apenas uma notícia puramente tecnológica? Não! O modelo de vendas do Kindle se baseia em um tablet mais barato, pois a Amazon pretende recuperar o &#8220;desconto&#8221; dado com as compras de filmes, músicas e livros que os proprietários do dispositivo farão na Amazon. Isto já demonstra uma coisa: um dispositivo destes deve ser visto como suporte e o que vale mesmo é o conteúdo.</p>
<p>Mas vamos além! O Kindle Fire utiliza o OS Android da Google, porém, altamente modificado. A Amazon mudou o sistema para que este tivesse o foco no consumo de conteúdo (da Amazon, é claro), algo que não fica bem claro em outros dispositivos de outras marcas. Na verdade a Amazon buscou trazer a essência do Kindle tradicional ao Fire. E mais, isto pode ser mais um capítulo de uma possível vitória do tablet em relação aos ereaders de Eink. As telas de Eink simulam muito bem o papel e isto parecia ser o que os leitores de livro mais queriam em um dispositivo&#8230; agora parecem não mais querer, como já foi tratado em outro texto do Bibliotecno.</p>
<p>Isto, quem sabe, poderá diminuir até a necessidade de bibliotecas emprestarem dispositivos, caso o Kindle Fire (com ajuda de outros baratos de grife)  faça o preço geral reduzir. A questão é que com as Megastores/Editoras modificando os aparelhos para suas necessidades, isto é, formatos proprietários, ficará complicado para as bibliotecas entrarem no jogo.</p>
<p>E tem mais: Com a Amazon permitindo o &#8220;aluguel&#8221; de livros as bibliotecas ganham um concorrente (pago, mas um concorrente). E outra coisa, com a dimensão de distribuição que o livro eletrônico permite e com o fato deste não se desgastar como o impresso, já tem editoras olhando  de &#8220;cara feia&#8221; para as bibliotecas.</p>
<p>É claro que isto é nos EUA. Aqui um tablet continua dos R$ 899,00 para cima, ou seja, proibitivo, e as bibliotecas reinam com o impresso. Mas é bom ver como as coisas ocorrem na terra do tio Sam e saber que um dia algo respingará por aqui&#8230; É bom pensarmos nos serviços das bibliotecas e como atendemos nossos usuários.<br />
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		<item>
		<title>Fonte de periódicos digitalizados com mais estrutura</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2170</link>
		<comments>http://bibliotecno.com.br/?p=2170#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 01:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnotícias]]></category>
		<category><![CDATA[btpd]]></category>
		<category><![CDATA[fontes de informação]]></category>
		<category><![CDATA[periódicos digitalizados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bibliotecno.com.br/?p=2170</guid>
		<description><![CDATA[Desde 2009 o Bibliotecno vem buscando trazer temas relacionados a tecnologia e informação ao mundo da biblioteconomia de forma mais leve, mais informal, porém, desde seu início o blog/site sempre buscou também ajudar a quem procura informação. Assim ocorre com alguns tópicos que são sempre atualizados, de forma silenciosa, mas atualizados, pois são considerados como artigos que servem como fonte de informação para um determinado fim.

O Bibliotecno em seu início tinha listas de recursos em suas primeiras versões, até que em 2010 elas foram retiradas ou condensadas em alguns artigos com o fim de dar viabilidade e visibilidade a uma só fonte: A Lista de Periódicos Digitalizados BT. Neste período (onde também surgiu uma lista de acervos fotográficos digitalizados) a lista cresceu, cresceu e a vontade de transforma-la em uma fonte de informação também cresceu. Assim, alguns periódicos ganharam tratamento especial, com histórico, por exemplo, mas tornou-se algo inviável pelo formato listagem.

A ideia não morreu, até que veio o Bibliocamp2011. Vi todo tipo de trabalho no evento, contudo a minha própria apresentação, a de Moreno Barros e algumas outras me fizeram ter algumas ideias. Até então o problema era o formato Blog, que ficaria parecido com outros serviços, como o futuro da BN que fui mostrar, e longe daquilo que gosto. Assim, vendo o amor dos apresentadores por seus trabalhos resolvi olhar para o o próprio Bibliotecno, para sua trajetória e somar com algo daqui, dali e cheguei a uma ideia: Isto tem que ser como uma banda de jornal. Se o Bibliotecno já simulou um jornal em sua primeira interface, lá em 2009, se hoje mais ou menos simula um portal, resolvi pegar minha experiencia em criar interfaces que chegam próximo ao caos para criar um novo site da família Bibliotecno (o único filho, é verdade), que se chamará BTPD, ou seja, Bibliotecno Periódicos Digitalizados.

O que ganha destaque em uma banca de jornal? As capas! E elas ganharam destaque no BTPD. Mas ainda havia algo que faltava... tudo esta na estrutura de um blog e realmente não ficaria distante disso, mas ficava faltando alguma coisa. No título do post viria o título do periódico e depois resolvi inserir o local e data de existência da publicação. No corpo: Descrição (histórico), imagens, local, instituição digitalizadora e links para acesso aos periódicos no site das instituições que tiveram o trabalho para digitalizar. Aqui resolvi expandir o mérito alheio: Além do link para o acervo a descrição quando não é escrita pelo próprio BTPD irá "roubar" textos de outros sites e trabalhos, contudo, evitando incluir toda a descrição e indicando o link do original para quem quiser continuar a ler.

Mas a grande mudança veio nas tags. São inseridas tags para cidade, estado, datas digitalizadas, autoridades/colaboradores, instituição digitalizadora e assuntos. O diferencial foi encontrar um bom plugin do wordpress que me permitisse criar categoria de tags e isolando estas gerar acessos através dos termos, porém organizados.

O trabalho apenas começou! Na lista do Bibliotecno existem uns 300 títulos e apenas 40 já foram migrados. É um trabalho demorado, mas que não ficará escondido, pois o BTPD entra em versão beta, acessível a todos e aguardando sugestões. Caso exista interesse em colaborar este será bem vindo: Se houver algum título no BTPD ou ainda na lista do BT que você tenha interesse em fazer a descrição, melhorar a descrição ou mesmo já tenha ela pronta poderá encaminhar ao BTPD e no site deixaremos a fonte com contato, se assim for da vontade do autor.

O BTPDbeta está no ar... ainda é mais incompleto que a lista do BT, e ao longo de 2012 entrará em versão oficial. Enquanto isto, ajude, critique, colabore e use. O endereço para acesso é www.bibliotecno.com.br/periodicos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/btpd.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2171" title="btpd" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/btpd-1024x567.jpg" alt="" width="717" height="397" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Desde 2009 o Bibliotecno vem buscando trazer temas relacionados a tecnologia e informação ao mundo da biblioteconomia de forma mais leve, mais informal, porém, desde seu início o blog/site sempre buscou também ajudar a quem procura informação. Assim ocorre com alguns tópicos que são sempre atualizados, de forma silenciosa, mas atualizados, pois são considerados como artigos que servem como fonte de informação para um determinado fim.</p>
<p style="text-align: left;">O Bibliotecno em seu início tinha listas de recursos em suas primeiras versões, até que em 2010 elas foram retiradas ou condensadas em alguns artigos com o fim de dar viabilidade e visibilidade a uma só fonte: A Lista de Periódicos Digitalizados BT. Neste período (onde também surgiu uma lista de acervos fotográficos digitalizados) a lista cresceu, cresceu e a vontade de transforma-la em uma fonte de informação também cresceu. Assim, alguns periódicos ganharam tratamento especial, com histórico, por exemplo, mas tornou-se algo inviável pelo formato listagem.</p>
<p style="text-align: left;">A ideia não morreu, até que veio o Bibliocamp2011. Vi todo tipo de trabalho no evento, contudo a minha própria apresentação, a de Moreno Barros e algumas outras me fizeram ter algumas ideias. Até então o problema era o formato Blog, que ficaria parecido com outros serviços, como o futuro da BN que fui mostrar, e longe daquilo que gosto. Assim, vendo o amor dos apresentadores por seus trabalhos resolvi olhar para o o próprio Bibliotecno, para sua trajetória e somar com algo daqui, dali e cheguei a uma ideia: Isto tem que ser como uma banda de jornal. Se o Bibliotecno já simulou um jornal em sua primeira interface, lá em 2009, se hoje mais ou menos simula um portal, resolvi pegar minha experiencia em criar interfaces que chegam próximo ao caos para criar um novo site da família Bibliotecno (o único filho, é verdade), que se chamará BTPD, ou seja, Bibliotecno Periódicos Digitalizados.</p>
<p style="text-align: left;">O que ganha destaque em uma banca de jornal? As capas! E elas ganharam destaque no BTPD. Mas ainda havia algo que faltava&#8230; tudo esta na estrutura de um blog e realmente não ficaria distante disso, mas ficava faltando alguma coisa. No título do post viria o título do periódico e depois resolvi inserir o local e data de existência da publicação. No corpo: Descrição (histórico), imagens, local, instituição digitalizadora e links para acesso aos periódicos no site das instituições que tiveram o trabalho para digitalizar. Aqui resolvi expandir o mérito alheio: Além do link para o acervo a descrição quando não é escrita pelo próprio BTPD irá &#8220;roubar&#8221; textos de outros sites e trabalhos, contudo, evitando incluir toda a descrição e indicando o link do original para quem quiser continuar a ler.</p>
<p style="text-align: left;">Mas a grande mudança veio nas tags. São inseridas tags para cidade, estado, datas digitalizadas, autoridades/colaboradores, instituição digitalizadora e assuntos. O diferencial foi encontrar um bom plugin do wordpress que me permitisse criar categoria de tags e isolando estas gerar acessos através dos termos, porém organizados.</p>
<p style="text-align: left;">O trabalho apenas começou! Na lista do Bibliotecno existem uns 300 títulos e apenas 40 já foram migrados. É um trabalho demorado, mas que não ficará escondido, pois o BTPD entra em versão beta, acessível a todos e aguardando sugestões. Caso exista interesse em colaborar este será bem vindo: Se houver algum título no BTPD ou ainda na lista do BT que você tenha interesse em fazer a descrição, melhorar a descrição ou mesmo já tenha ela pronta poderá encaminhar ao BTPD e no site deixaremos a fonte com contato, se assim for da vontade do autor.</p>
<p style="text-align: left;">O BTPDbeta está no ar&#8230; ainda é mais incompleto que a lista do BT, e ao longo de 2012 entrará em versão oficial. Enquanto isto, ajude, critique, colabore e use. O endereço para acesso é www.bibliotecno.com.br/periodicos</p>
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		<title>Maximizem o acesso a informação: O que você faz para isto ocorrer?</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2163</link>
		<comments>http://bibliotecno.com.br/?p=2163#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 13:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[acesso a informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Maximizar o acesso a informação, ideia que há muito tempo já era disseminada por bibliotecários e outros que trabalharam com informação e justificativa para que se aumente recursos para as bibliotecas, fazendo com que estas possam aparecer e se tornarem mais relevantes na sociedade. Mas o que você está fazendo para isto? Este artigo é mais uma provocação para cativar leitores a compartilharem suas experiencias nos comentários. Colabore!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/monges.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2164" title="monges" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/monges.jpg" alt="" width="800" height="260" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algo que provavelmente não seria necessário dizer, mas que vou ressaltar aqui é que nas últimas décadas o mercado mudou. Para os estudantes de biblioteconomia – das metrópoles &#8211;  de hoje, provavelmente aquela biblioteca sem terminais de consulta – um computador antigo vale – e apenas com o uso de catálogos manuais possa parecer algo um pouco mais distante, mas até meados da década de 2000 isto era o padrão (hoje ainda existe bastante, mas perde para a automação).</p>
<p>Com a implantação dos recursos tecnológicos a literatura chega a dizer que surge uma diminuição, por parte das pessoas, em relação ao uso do meio tradicional, ou seja, a biblioteca (algo questionável), se cria maior expectativa devido a automação, principalmente se tomarmos em consideração a penetração do Google no mercado de buscas informacionais, e a biblioteca deixa de monopolizar o mercado informacional.</p>
<p>Ainda na literatura, o recomendável no âmbito do planejamento é avaliar, isto é, atribuir valor, julgar mérito, relevância e impacto das ações. Ainda diríamos que é necessário verificar a satisfação do cliente continuamente visando a maior qualidade e produtividade. Estamos falando de sobrevivência e a falta de recursos não pode ser colocada como desculpa.</p>
<p><strong>Mas é isto que ocorre?</strong></p>
<p>Não tenho medo em dizer que pouco mudou nos últimos se pensarmos na década de 1990 como parâmetro. Aliás, se pensar nos últimos 20 anos até ousaria dizer que estamos bem próximos muito próximos à relação com a informação que tínhamos entre os anos 900 e 1300, transformando este bem em privilégio para poucos.</p>
<p>Se a informação esteve cativa a divindade no passado, com a internet ela se torna mais acessível, algo que a sociedade da informação, mesmo focada na tecnologia, contribuiu muito. Mas engana-se aquele que pensa que a internet é o primeiro meio propenso a disseminar informação, a criar redes de distribuição do saber. Enciclopédias já faziam isto.</p>
<p>Facilitar o acesso a informação não é uma ideia dos dias atuais. Paul Outlet já pensava nisto com o uso de canais telégrafos e telefônicos. Já em relação em ciência e tecnologia, Vanner Bush, em 1945, já elencava os obstáculos no repasse deste tipo de informação: recursos humanos, instrumental de armazenamento e distribuição e arcabouço teórico da época.</p>
<p>É dentro deste contexto que questiono o que evoluímos nos últimos anos. Distribuir informação, facilitar o acesso são ideias que a internet permitiu ampliar, contudo, anteriores a este meio.</p>
<p><strong>E o pior é que vejo catálogos automatizados de bibliotecas com as mesmas características dos catálogos manuais. </strong></p>
<p>Em relação a esta afirmação acima, relato alguns pontos colocados por Moreno Barros no último Bibliocamp, que aconteceu em dezembro de 2011 no Rio de Janeiro: Sistemas de bibliotecas são fechados em si, a informação contida na maioria deles é inacessível pelos sistemas onde os usuários efetivamente buscam informação e não é possível que hoje em dia tenhamos que acessar a base de dados de uma biblioteca para chegar a uma determinada informação, isto é, achar o website da instituição mantenedora, da biblioteca e entender a lógica do catálogo. Ou seja, tudo é feito pensando naquele que já conhece a lógica institucional e não no público em geral, ou nos usuários potenciais.</p>
<p>Comecei o texto propositalmente com trechos de um livro sobre planejamento de bibliotecas para demonstrar que aquilo que repetimos como um mantra da dificuldade do fazer (vivemos chorando falta de recursos) não faz sentido. Se o seu catálogo é fechado para buscadores como o Google, crie um blog, replique o conteúdo, aproveite para adicionar informações que as normas de biblioteconomia não permitiriam ao catálogo oficial, faça seu trabalho, seu acervo aparecer e ser consultado e justifique sua existência. Recomendaria alguns aspectos das apresentações de Moreno Barros e de Fabiano Caruso no Bibliocamp acima citado.</p>
<p>A Biblioteca Nacional, por exemplo, parece estar acordando para isto, se comunicando melhor com seus usuários e possíveis usuários através de ferramentas sociais, digitalizando periódicos e criando um blog com os dados de catalogação destes títulos visando maximizar o acesso. Diria até que muito ocorre devido a visão mais aberta do atual presidente da instituição, Galeno Amorim, que possibilitou servidores porem em práticas ideias que antes não sairiam do papel, onde a finalidade é fazer a instituição aparecer. Porém, o que vejo é que diversas instituições não pensam assim, e o pior, muitos bibliotecários não pensam assim e buscam proteger seus dados de catalogação, de indexação no ambiente da biblioteca! Proteger para que? Só se for para que os recursos disponibilizados a biblioteca se tornem cada vez mais escassos.</p>
<p>Quanto às apresentações citadas, de Moreno e de Caruso, estas podem ser acessadas através do blog Bibliotecários sem Fronteiras em <a href="http://bsf.org.br/2011/12/15/bibliocamp-rio-de-janeiro-slides-das-apresentacoes/">http://bsf.org.br/2011/12/15/bibliocamp-rio-de-janeiro-slides-das-apresentacoes/</a> . Pode ser que as apresentações em si não sejam explicativas, assim, busquem contactar os autores para extraírem deles as ideias.</p>
<p><em><strong><span style="color: #ff6600;">A intensão deste texto não é criticar ninguém, mas alertar para a necessidade de mudar, de disponibilizar a informação, seu trabalho. Assim, aproveito para pedir que nos comentários vocês compartilhem aquilo que estão fazendo para mudar este cenário, para facilitar o acesso. Colabore!</span></strong></em><br />
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		<item>
		<title>#Bibliocamp &#8211; A Biblioteca Parque de Manguinhos</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2154</link>
		<comments>http://bibliotecno.com.br/?p=2154#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 03:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bibliocamp 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Offline]]></category>
		<category><![CDATA[bibliocamp]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca parque de manguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas parque]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Digna de paixão a primeira vista. Provavelmente todos aqueles que passam pela Avenida Dom Helder Câmara na altura de Manguinhos não imaginam o belo projeto de biblioteca que há ali. Provavelmente ao passar de ônibus de um lado está um enorme ferro velho e do outro uma (também bonita) escola estadual, mas atrás da escola eis que surge a Biblioteca Parque de Manguinhos. Antes mesmo da Biblioteca um belo espaço arborizado e amplo, fato muito importante, pois o primeiro piso da biblioteca é transparente, com o uso de vidros, e não adiantaria um belo visual interno e uma imagem não convidativa do lado de fora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/C360_2011-12-1014-23-56.Share_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2157" title="C360_2011-12-1014-23-56.Share" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/C360_2011-12-1014-23-56.Share_.jpg" alt="" width="800" height="514" /></a></p>
<p>Digna de paixão a primeira vista. Provavelmente todos aqueles que passam pela Avenida Dom Helder Câmara na altura de Manguinhos não imaginam o belo projeto de biblioteca que há ali. Provavelmente ao passar de ônibus de um lado está um enorme ferro velho e do outro uma (também bonita) escola estadual, mas atrás da escola eis que surge a Biblioteca Parque de Manguinhos. Antes mesmo da Biblioteca um belo espaço arborizado e amplo, fato muito importante, pois o primeiro piso da biblioteca é transparente, com o uso de vidros, e não adiantaria um belo visual interno e uma imagem não convidativa do lado de fora.</p>
<p>A Biblioteca foi construída em um imóvel já existente, anteriormente o exército. Saíram o branco de cal e entrou cores vivas, vidros, bela decoração, mobiliário, acervo e modernidade. Dividida em 2 andares a biblioteca conta com salas de reuniões para a comunidade, acervo espalhado pelos dois andares, sendo que parte dentro da sala de leitura (o único lugar onde se pede silêncio), computadores espalhados por todos os cantos ao invés de uma sala multimídia, o que integra o tradicional ao novo, estações para exibição de vídeo, sala de música e uma maravilhosa ludoteca para as crianças.</p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_10122011_105559.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2160" title="IMG_10122011_105559" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_10122011_105559.jpg" alt="" width="800" height="449" /></a></p>
<p>Interessante é perceber que uma biblioteca como esta praticamente não necessita de  manutenção, pois a comunidade preserva a mesma e não sinal algum de vandalismo. Outro aspecto interessante é ver que crianças de 5 anos de idade, por exemplo, chegam sozinhas na biblioteca, procurando algo para ler, ou melhor, livros para ver (desenhos) e brinquedos da ludoteca. Mais que uma biblioteca é um belo espaço de convivência e entretenimento.</p>
<p>Na abertura do Bibliocamp, Vera Saboya disse que mesmo com toda esta maravilha que pude perceber a Biblioteca Parque de Manguinhos ainda não é tudo que se pode oferecer, por haver pequenas falhas, algo comum se considerarmos que esta é a peça inaugural de um sistema de Bibliotecas Parque que está para chegar. Nas demais, as falhas de Manguinhos foram observadas e serão corrigidas.</p>
<div id="attachment_2155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 801px"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/RIO-DE-JANEIRO-2011-370.jpg"><img class="size-full wp-image-2155" title="RIO DE JANEIRO 2011 370" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/RIO-DE-JANEIRO-2011-370.jpg" alt="" width="791" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">FACHADA - Foto: Soraia Magalhães - Blog Caçadores de Bibliotecas - http://cazadoresdebiblioteca.blogspot.com</p></div>
<p>Anote ai: Ao longo de 2012 um mar de livros e convivência chegará com a Biblioteca Parque da Avenida Presidente Vargas (A Biblioteca Publica do Estado do Rio de Janeiro), a de Niterói, Rocinha e Complexo do Alemão.</p>
<p>Na do centro, que terá o espaço 4 vezes maior que a de Manguinhos se investirá melhor em acomodações para que o leitor possa relaxar, na Rocinha existirão estúdios de áudio, audiovisual e muitos laboratórios e além de todo conceito a do Complexo do Alemão ainda terá uma bela vista do alto de uma das estações do sistema de teleférico.</p>
<p>Segundo Vera, hoveram 2 momentos nas entrevistas para a escolha daqueles que gostariam trabalhar na Biblioteca Parque de Manguinhos: Uma entrevista técnica e depois a resposta para a pergunta &#8220;Qual é o seu sonho&#8221;! Sim, é preciso sonhar e não apenas ser técnico para cativar em uma biblioteca uma comunidade que já sofreu muito (e ainda sofre) e projetar uma mudança a partir da biblioteca.</p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-10_10-14-13_969.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2156" title="2011-12-10_10-14-13_969" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-10_10-14-13_969.jpg" alt="" width="800" height="600" /></a></p>
<p>Quanto ao acervo há de tudo, não se excluiu determinadas obras considerando que os frequentadores não tenham cultura. Vera indaga a platéia ao perguntar se esta acredita que a maioria dos alunos da PUC pegam os livros de filosofia para ler! Se lá são poucos os leitores destas obras e mesmo assim elas estão no acervo, porque a Biblioteca Parque de Manguinhos não deveria ter. Atitude correta, pois a biblioteca está ali não só para criar leitores, mas para levar maiores conhecimentos a uma comunidade, o que significa que em algum momento alguém irá pegar uma obra destas. A BPM também atende aos alunos do Colégio (de ensino médio) que esconde a biblioteca que quem olha da via principal do bairro.</p>
<p>Foi muito bom ter o Bibliocamp neste espaço, foi muito bom conhecer a BPM.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://bibliotecno.com.br/?cat=371" target="_blank">Veja aqui </a>todo o conteúdo do Bibliotecno acerca das apresentações do Bibliocamp</p>
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