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	<title>BIBLIOTECNO -  Biblioteconomia, tecnologia, etc</title>
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	<description>Biblioteconomia, tecnologia e informação são os temas do seu bibliotecno, um blog com ideiais sem ser muito formal. Falamos de Bibliotecas, tecnologia pala leitura, ebooks, web archiving e muito mais</description>
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		<title>Ferreira, Miguel. Introdução à preservação digital : cConceitos, estratégias e actuais consensos. Guimarães: Escola de Engenharia da Universidade do Minho, 2006</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 02:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estante Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[estante digital]]></category>
		<category><![CDATA[preservação digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Este livro tem como objetivo descrever e contextualizar as principais atividades desenvolvidas a nível internacional nos últimos 10 anos no campo da preservação digital. O livro começa com uma definição de preservação digital e com uma introdução ao conceito de objeto digital. Objetos digitais são apresentadas como entidades multidimensionais que podem ser observados em diversos níveis de abstração: física, lógica e conceitual. Esta visão multidimensional de objetos digitais promove um melhor enquadramento para todas as estratégias de preservação atuais. Esta publicação também apresenta o OAIS um padrão internacional que visa a identificação dos principais componentes funcionais presentes em um sistema de repositório com o objetivo de fazer a preservação digital, bem como os objetos informações trocadas dentro dele. O modelo de referência permite ao leitor familiarizar-se com uma variedade de termos e conceitos usados geralmente no contexto de preservação. O livro também identifica e explica uma variedade de outras iniciativas, como autenticidade, as políticas de preservação e metadados de preservação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-2450" style="margin: 10px;" title="miguel_preservacao" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2013/02/miguel_preservacao.png" alt="" width="210" height="300" /></p>
<p>INTRODUÇÃO À PRESERVAÇÃO DIGITAL : conceitos, estratégias e actuais consensos<br />
Miguel Ferreira<br />
Escola de Engenharia da Universidade do Minho<br />
Formatos: PDF<br />
Idioma: Português (PT-PT)</p>
<p>Este livro tem como objetivo descrever e contextualizar as principais atividades desenvolvidas a nível internacional nos últimos 10 anos no campo da preservação digital. O livro começa com uma definição de preservação digital e com uma introdução ao conceito de objeto digital. Objetos digitais são apresentadas como entidades multidimensionais que podem ser observados em diversos níveis de abstração: física, lógica e conceitual. Esta visão multidimensional de objetos digitais promove um melhor enquadramento para todas as estratégias de preservação atuais. Esta publicação também apresenta o OAIS um padrão internacional que visa a identificação dos principais componentes funcionais presentes em um sistema de repositório com o objetivo de fazer a preservação digital, bem como os objetos informações trocadas dentro dele. O modelo de referência permite ao leitor familiarizar-se com uma variedade de termos e conceitos usados geralmente no contexto de preservação. O livro também identifica e explica uma variedade de outras iniciativas, como autenticidade, as políticas de preservação e metadados de preservação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/5820/1/livro.pdf" target="_blank">Acessar para visualizar livro ou baixar</a><br />
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		<title>Ebooks no Brasil&#8230; parece que agora vai! E os bibliotecários irão?</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2012 01:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[futuro das bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
		<category><![CDATA[leitor de ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[mercado da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Suporte e mercado digital e impresso]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto que fala do mercado de ebooks no Brasil com a chegada do Kobo + Livraria Cultura, Amazon e Google Books no Brasil, abordando também o profissional da biblioteconomia frente a este novo modelo que vem se desenhando]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/12/kindle.png"><img class="aligncenter  wp-image-2444" title="kindle" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/12/kindle.png" alt="" width="797" height="268" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como em um passe de mágica o livro invadiu os tópicos de sites de tecnologia, mas não o livro tradicional&#8230; estamos falando dos ebooks. Há muito a se falar dos ebooks, da sua forma de apresentação muito, demasiadamente, similar ao impresso, acarretando em um desperdício das possibilidades de um suporte, mas não abordaremos este aspecto aqui.</p>
<p>Em 23 de dezembro de 2009 o <a href="http://bibliotecno.com.br/?p=268" target="_blank">Bibliotecno noticiava o surgimento da pioneira ebookstore brasileira na atual fase do ebook</a>, a gato sabido. De lá para cá praticamente todas as livrarias entraram no ramo do digital, mas nada mudou. Ereaders caros, tablets caros ou de baixa qualidade, poucos título, livros caros marcam o momento em que o ebook chegou e não chegou no Brasil. Diríamos que boa parte das livrarias brasileiras entraram no jogo, mas só colaboraram para deixar o livro eletrônico para escanteio, e continuar lucrando com seu mercado de impressos.</p>
<p>2012 prometeu mudar quando a grande varejista do comércio americano online disse que iria entrar no jogo aqui no Brasil, porém, as editoras e livrarias brasileiras fizeram de tudo para impedir. Após este período ficaram apenas rumores e praticamente nenhuma esperança para 2012. O mês de dezembro chegou e os rumores se tornaram concretos, chegando ao Brasil de uma só vez a loja de ebooks da Amazon, o ereader canadense Kobo através de uma parceria com a Livraria Cultura e a libração da compra de ebooks na Play store, loja, até então apenas de aplicativos no Brasil, dos smartphones e tablets Android.</p>
<p>As editoras acabaram cedendo Amazon e Google apresentaram uma boa oferta inicial de livros em português, mas os preços continuaram caros. O marco que este dezembro pode deixar é no barateamento dos ereades. O Kobo chegou ao Brasil por 399,00 e a versão mais simples do Kindle, da Amazon, por 299,00, preços muito diferentes dos leitores que tínhamos até então. E o mercado pode se movimentar mais em 2013, pois rumores indicam a chegada do tablet Nexus da Google, vindo pela própria empresa na Play Store e isto poderia significar também a chegada do tablet Kindle Fire da Amazon. Um barateamento dos tablets que pode incentivar um segundo barateamento dos ereaders. Lembrando que livros do kindle podem ser lidos em computadores, smartphones e tablets de diversas empresas e que a base de usuários Android no Brasil é grande, podendo incentivar a leitura na telas. A cultura digital começa a ganhar força no Brasil em todos os tipos de conteúdo, bastando ver o sumiço das locadoras, o uso do Netflix e similares e até uma operadora de celular &#8211; a Vivo &#8211; entrando neste mercado no já marcante dezembro de 2012.</p>
<p>E nas bibliotecas? Na Biblioteca Nacional vimos o surgimento da Hemeroteca Digital Brasileira &#8211; <a href="http://hemerotecadigital.bn.br" target="_blank">hemerotecadigital.bn.br</a> &#8211; em 2012 e uma redução do número de usuários que anteriormente só tinham a opção do microfilme para determinados tabloides brasileiros. A hemeroteca eliminou a necessidade de viagens em um país continental, e aproximou o usuário da informação desejada, com a busca de palavras no conteúdo das publicações.</p>
<p>Alguns bibliotecários expressam o medo diante de uma redução de usuários, o que aconteceu hoje mesmo com uma colega de trabalho ao conversar comigo. Mas minha experiencia não é de medo, pois o número de usuários presenciais diminuiu, enquanto que o de acessos virtuais é muito maior do que a biblioteca poderia oferecer presencialmente. E o mais impressionante: tenho tido mais trabalho do que antes. Mesmo com a digitalização alguns usuários continuam a ir a biblioteca e solicitarem ajuda, contudo, se antes as perguntas eram bem genéricas, a busca por palavra no conteúdo dos periódicos fez com que usuários externassem suas duvidas de forma mais profunda, ampliando as necessidade de uso de meus conceitos e experiencias no mundo do serviço de referencia.</p>
<p>Diminuíram os usuários, aumentou a demanda pelos serviços. Diminuiu a quantidade, aumentou a qualidade!</p>
<p>Mas só isto é o suficiente? Não! E ai vejo o maior problemas que muitos bibliotecários poderão enfrentar: O medo do que o digital pode fazer &#8211; resumindo, retirar o emprego &#8211; está bloqueando muitos de pensarem um novo universo nas bibliotecas, de aumentarem a qualidade dos serviços, para que a biblioteca não sofra uma derrota para uma lan house a partir do momento em que o acervo pode ser acessado de qualquer lugar.</p>
<p>Mas nem o básico vem sendo feito e muitas bibliotecas brasileiras não conseguem oferecer o mínimo de conforto que poderiam fazer um usuário substituir uma Starbucks pelo ambiente da biblioteca. Enquanto pouco é feito em cima de ideias possíveis de se por em prática, como a curadoria digital que Moreno Barros tanto tem falado, ou mesmo uma disseminação do que há exclusivamente impresso na biblioteca.</p>
<p>Em resumo: O Ebook parece que agora virá para crescer no Brasil, isto pode influenciar nas bibliotecas se a Amazon oferecer o serviço de leitura de livros similar ao Netflix para vídeos, o que a empresa já oferece nos EUA. As bibliotecas precisam entrar no jogo, competir, mostrar o diferencial da profissão de bibliotecário. Só espero que nossos bibliotecários não resolvam tomar atitudes como a da <a href="http://tecnoblog.net/119904/anl-protecao-e-books/" target="_blank">Associação Nacional de Livrarias visando limitar o crescimento do ebook</a> ao invés de buscar um novo modelo em cima desta nova realidade. O que falta em muitos de nossos profissionais é a busca por entender este novo universo, os usuários deste novo modelo e assim buscar novas soluções. O interessante é que na literatura da biblioteconomia do século 20 muito se buscou focando em adaptar as bibliotecas aos usuários&#8230;<br />
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		<title>Muita informação? Já viu?</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2435</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 23:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[abundância de informação]]></category>
		<category><![CDATA[TWITTER]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanta informação, quanta informação! Durante a Black Friday, a festa do consumo americano, resolvi ver o andamento do uso do termo relativo ao "evento" no twitter. Achei interessante para registrar um pouco do que é muita informação sendo publicada em um curto tempo (e olhe que o que vi é pouco!). Assim trago ao bibliotecno um vídeo que tem apenas como função alertar você para que a abundancia de informação é algo real, corrente, e não apenas um termo que usamos para dizer que temos muita informação para gerenciar, até porque o o volume informacional que corre na web é verdadeiramente grande, e nem sempre temos a real noção disso.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/11/bf.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2436" title="bf" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/11/bf.png" alt="" width="831" height="469" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanta informação, quanta informação! Durante a Black Friday, a festa do consumo americano, resolvi ver o andamento do uso do termo relativo ao &#8220;evento&#8221; no twitter. Achei interessante para registrar um pouco do que é muita informação sendo publicada em um curto tempo (e olhe que o que vi é pouco!). Assim trago ao bibliotecno um vídeo que tem apenas como função alertar você para que a abundancia de informação é algo real, corrente, e não apenas um termo que usamos para dizer que temos muita informação para gerenciar, até porque o o volume informacional que corre na web é verdadeiramente grande, e nem sempre temos a real noção disso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/SG6WQzguaYU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><br />
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		</item>
		<item>
		<title>Infográfico – A ascensão da E-leitura</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2431</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 15:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infográficos & posters]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[infográficos]]></category>
		<category><![CDATA[suporte digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom infográfico publicado em mashable.com sobre a ascensão da e-leitura. É difícil fazer o digital substituir o prazer tátil da leitura de um livro impresso, porém, os livros eletrônicos estão superando os tradicionais quando se trata de incentivar as pessoas a abraçar a palavra escrita. Donos de dispositivos para leitura de livros passam mais tempo lendo. Os dados do infográfico mostram o crescimento da leitura pelos dispositivos nos EUA, onde são mais difundidos os ebooks.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bom infográfico publicado em <a href="http://mashable.com/2012/09/19/e-reader-infographic/" target="_blank">mashable.com</a> sobre a ascensão da e-leitura. É difícil fazer o digital substituir o prazer tátil da leitura de um livro impresso, porém, os livros eletrônicos estão superando os tradicionais quando se trata de incentivar as pessoas a abraçar a palavra escrita. Donos de dispositivos para leitura de livros passam mais tempo lendo. Os dados do infográfico mostram o crescimento da leitura pelos dispositivos nos EUA, onde são mais difundidos os ebooks.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/11/e-reading.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2432" title="e-reading" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/11/e-reading.jpeg" alt="" width="800" height="3654" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>ALA lança &#8220;Modelos de Negócios Ebook para Bibliotecas Públicas&#8221;</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2339</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Aug 2012 03:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnotícias e análises]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[futuro das bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado da informação]]></category>

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		<description><![CDATA[E as bibliotecas não podem permanecerem paradas no tempo, assim, ALA lança "Modelos de Negócios Ebook para Bibliotecas Públicas" e busca desenhar um relacionamento futuro com o mercado]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/08/HIDDEN_264_21123_FOTO_XOXO_ebook_150.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2340" title="HIDDEN_264_21123_FOTO_XOXO_ebook_150" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/08/HIDDEN_264_21123_FOTO_XOXO_ebook_150.jpg" alt="" width="960" height="642" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dica de <a href="http://www.facebook.com/trmurakami" target="_blank">Tiago Murakami</a> do <a href="http://bsf.org.br/" target="_blank">Bibliotecários sem Fronteiras</a>, um texto que mostra a preocupação das bibliotecas se adequarem ao cenário atual &#8211; e bem real &#8211; dos ebooks. O documento do qual o texto fala pode ser acessado <a href="http://americanlibrariesmagazine.org/sites/default/files/EbookBusinessModelsPublicLibs_ALA.pdf" target="_blank">aqui</a>  e a notícia original <a href="http://americanlibrariesmagazine.org/e-content/ala-releases-ebook-business-models-public-libraries" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Extrato da notícia&#8230;</p>
<p>Com base em conversas com os editores e deliberações sobre o mercado ebook, o ALA lançou hoje &#8220;Modelos de Negócios Ebook para Bibliotecas Públicas&#8221;, relatório que descreve as características gerais e os atributos do ambiente atual do ebook e restrições de modelos de negócios atuais. O relatório sugere oportunidades para as editoras mostrarem conteúdo por meio de bibliotecas públicas.</p>
<div></div>
<div>&#8220;Os Ebooks estão se expandindo e evoluindo rapidamente, e as formas de disponibilização dos ebooks para bibliotecas apresentam grande variação e mudança freqüente&#8221;.  Este relatório descreve como bibliotecas devem procurar agir em suas relações com os editores de livros eletrônicos e distribuidores, assim como condições de bibliotecas devem evitar. &#8220;</div>
<div></div>
<div>Recomenda três atributos básicos que devem ser encontrados em qualquer modelo de negócio para ebooks:</div>
<div></div>
<div>
<div>- Inclusão de todos os títulos: Todos os títulos ebook disponíveis para venda ao público também deve estar disponível para bibliotecas.</div>
<div>- Direitos permanentes: As bibliotecas devem ter a opção de possuir os ebooks que compram, incluindo o direito de transferi-los para outra plataforma de entrega e de continuar a emprestar-los indefinidamente.</div>
<div>- Integração: bibliotecas precisam ter acesso a metadados e ferramentas de gerenciamento fornecidos pelos editores para melhorar a descoberta de ebooks.</div>
</div>
<div></div>
<div>&#8220;As escolhas que as bibliotecas fazem hoje podem afetar profundamente as direções futuras, e por isso é bibliotecas devem estar informadas das suas opções e negociar de forma agressiva para os termos mais favoráveis e flexíveis possíveis.</div>
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<div id="google_plus_one"><g:plusone></g:plusone></div><div id="tweetbutton2339" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbibliotecno.com.br%2F%3Fp%3D2339&amp;via=bibliotecno&amp;text=ALA%20lan%C3%A7a%20%26%238220%3BModelos%20de%20Neg%C3%B3cios%20Ebook%20para%20Bibliotecas%20P%C3%BAblicas%26%238221%3B&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fbibliotecno.com.br%2F%3Fp%3D2339" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('https://alexdasilveira.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Wikipedia, colaboração e pouca confiabilidade? Quais são as fontes de informação da Wikipedia?</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2334</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 15:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[fontes de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[Informação colaborativa é confiável? Veremos pela Wikipedia. Quais são suas fontes de informação para geração de novas informações?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fontes de informação, tão importante no mundo acadêmico, tão importante na web, mas pouco percebida pela principal fonte de informação geral colaborativa da sociedade atual: A Wikipedia. As fontes estão lá, citadas na maioria dos artigos e saber estas fonte são um aspecto para dar maior confiabilidade para aqueles que ainda acham que por ser colaborativa a qualidade da wikipedia é baixa e que boa parte do que está ali vem da mente de pessoas sem pesquisa algum e que por isto não pode ser utilizada.</p>
<p>Eis um levantamento das fontes mais utilizadas pela wikipedia em inglês. É importante observar que o Google Books é a fonte mais utilizada, o que mostra que mesmo não sendo necessariamente impresso o livro ainda está no imaginário do coletivo como base para a criação de novos conhecimento, e isto em plena web com milhares de opções de fontes.</p>
<p>A segunda fonte é o <a href="http://webarchive.org " target="_blank">webarchive.org </a> tão mencionado aqui no Bibliotecno. O Web archive é a maior iniciativa de preservação de web sites, possibilitando o acesso a versões mais antigas e páginas que já não estão mais no ar. Isto demonstra uma preocupação com a memória, pois estamos falando do acesso através de um resgate histórico. E se considerar-mos o Internet Archive (o site mãe do Web Archive) estamos falando de colaboradores que também observam documentos de memória em outros suportes.</p>
<p>Além do youtube, nas posições seguintes encontram-se diversos sites de notícias de língua inglesa, o que mostra que os colaboradores tem certas fontes que são oriundas do papel como elementos confiáveis. Temos também a  base imdb sobre cinema, tv e celebridades, ou seja, a Wikipedia concentra informações de uma outra fonte já secundária e conhecida.</p>
<p>Eis as fontes mais utilizadas pela Wikkipedia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/wiki_top.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2335" title="wiki_top" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/wiki_top.jpg" alt="" width="834" height="774" /></a></p>
<p>A lista de fontes completa você encontra em <a href="http://webempires.org/wikirank/top/" target="_blank">http://webempires.org/wikirank/top/</a><br />
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		<item>
		<title>Levy, Pierre. Cibercultura. São Paulo : Ed.34, 1999</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2321</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 22:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estante Digital]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[estante digital]]></category>
		<category><![CDATA[mudança cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é a cibercultura? Que movimento social e cultural encontra-se oculto por trás deste fenômeno técnico? Podemos falar de uma nova relação com o saber? Quais são as mutações que a cibercultura gera na educação e na formação? Quais são as novas formas artísticas relacionadas aos computadores e às redes? Como o desenvolvimento do ciberespaço afeta o espaço urbano e a organização do território? Quais são as implicações culturais das novas tecnologias? Da digitalização à navegação, passando pela memória, pela programação, pelo software, a realidade virtual, a multimídia, a interatividade, o correio eletrônico, etc, este livro apresenta as novas tecnologias, seu uso e suas questões.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2322" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="cibercultura" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/cibercultura.jpg" alt="" width="144" height="200" /></p>
<p>CIBERCULTURA<br />
Pierre Levy<br />
Editora 34<br />
Formatos: PDF, TXT, Visualização via navegador<br />
Idioma: Português<br />
O que é a cibercultura? Que movimento social e cultural encontra-se oculto por trás deste fenômeno técnico? Podemos falar de uma nova relação com o saber? Quais são as mutações que a cibercultura gera na educação e na formação? Quais são as novas formas artísticas relacionadas aos computadores e às redes? Como o desenvolvimento do ciberespaço afeta o espaço urbano e a organização do território? Quais são as implicações culturais das novas tecnologias? Da digitalização à navegação, passando pela memória, pela programação, pelo software, a realidade virtual, a multimídia, a interatividade, o correio eletrônico, etc, este livro apresenta as novas tecnologias, seu uso e suas questões.<br />
<a href="http://pt.scribd.com/doc/11036046/Cibercultura-Pierre-Levy" target="_blank">Acessar para visualizar livro ou baixar</a></p>
<p>&nbsp;<br />
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		</item>
		<item>
		<title>Biblioteca Nacional lança sua hemeroteca digital – Tutorial parte 2</title>
		<link>http://bibliotecno.com.br/?p=2302</link>
		<comments>http://bibliotecno.com.br/?p=2302#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 21:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Biblioteca Digital da BN - 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[BNDigital]]></category>
		<category><![CDATA[hemeroteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornais digitalizados]]></category>
		<category><![CDATA[memoria]]></category>
		<category><![CDATA[revistas digitalizadas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Biblioteca Nacional lançou sua hemeroteca digital com acesso em (hemerotecadigital.bn.br para site do produto e memoria.bn.br para acesso direto a coleção e busca por palavras no conteúdo) já trazendo mais de 600 títulos de periódicos digitalizados. O produto foi feito pela empresa DOCPRO e teve financiamento da FINEP]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se você chegou aqui, esta é uma continuação do tutorial iniciado em <a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2270">http://bibliotecno.com.br/?p=2270</a> - com a notícia do lançamento da Hemeroteca Digital Brasileira &#8211; HDB &#8211; da Biblioteca Nacional &#8211; BN &#8211; e dicas sobre seu uso. Este é um texto para bibliotecários (principalmente universitários e de bibliotecas públicas) e o público em geral.</p>
<p>Encerramos a primeira parte com as regras para inserir um melhor termo de busca, ou a combinação de termos. No exemplo da parte 1, uma busca por um período, local de publicação e termo de pesquisa em todos os periódicos digitalizados do período e local escolhido resultará em uma lista de ocorrências por título, conforme a imagem abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/resultado_memoria.png"><img class="aligncenter  wp-image-2304" title="resultado_memoria" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/resultado_memoria.png" alt="" width="853" height="310" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por padrão, a resposta será do periódico com maior volume de ocorrências para aquele com menor quantitativo de resultados, ou mesmo nenhum. É possível inverter a ordem ou a coluna que ordena o resultado, bastando clicar no identificador da coluna. Por exemplo: clicando na etiqueta descrição o sistema irá ordenar o título alfabeticamente, clicando mais uma vez irá alterar a ordem alfabética utilizada. Para visualizar um periódico, basta clicar em seu título.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornal_digitalizado.png"><img class="aligncenter  wp-image-2305" title="jornal_digitalizado" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornal_digitalizado.png" alt="" width="851" height="454" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Após a escolha do periódico, na busca por palavras, a tela acima será exibida. Logo será exibida a primeira página com uma ocorrência da palavra buscada e um esquema de pastas em aberto. No esquema de pastas são exibidas correspondentes ao ano e as edições (infelizmente não há ainda divisão por meses e por dias, fazendo o usuário ter que buscar por aproximação alguma data específica, baseando-se no numero das edições). Quando há a busca por palavras, as pastas correspondentes ao ano em azul e as correspondentes as edições em verde são aquelas que contém a ocorrência das palavras procuradas. Ao lado do número da edição onde contém o termo recuperado aparece entre parenteses a quantidade de páginas com a ocorrência dos termos naquela edição.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/navegacao_por_ocorrencias.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2307" style="margin: 10px;" title="navegacao_por_ocorrencias" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/navegacao_por_ocorrencias.png" alt="" width="110" height="38" /></a>É possível passar para a próxima edição com ocorrência através da navegação por pastas, mas não é possível passar direto a próxima página em uma edição, quando esta contém mais de uma página como resultado de pesquisa. Assim, ao lado esquerdo do sistema de pastas, é exibido quantitativo de ocorrências, a página em relação ao total de páginas com ocorrências naquela edição e setas que permitem navegar para a próxima ou ocorrência anterior (seja ela uma página ou outra edição).</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornal_digitalizado_marcacao_de_termos.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2308" style="margin: 10px;" title="jornal_digitalizado_marcacao_de_termos" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornal_digitalizado_marcacao_de_termos.png" alt="" width="50" height="46" /></a>A ferramenta faz a marcação em verde na página do periódico do local onde estão os termos pesquisados.  Neste caso é bom frisar que o sistema não possibilita uma busca dos termos de pesquisa na ordem exata como escritos, devido a limitações que a própria diagramação diferentes entre jornais oferece. Assim, a visualização da página em tamanho reduzido possibilitar observar de forma visual se aquele conjunto de termos de busca faz significado para a pesquisa efetuada. Observe que em uma mesma página o jornal poderia conter as palavras febre e amarella (do exemplo deste tutorial) espalhadas por diversas matérias, porém, a concentração de termos marcados em verde indica uma maior probabilidade de que ali se encontra os termos procurados no contexto desejado.</p>
<p style="text-align: left;"> Para a melhor leitura a ferramenta oferece diversas opções de tamanho de exibição, conforme exibido abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_dimensoes.png"><img class="size-full wp-image-2309 aligncenter" title="jornais_digitalizados_dimensoes" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_dimensoes.png" alt="" width="224" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Para acessar as opções de dimensões de exibição basta passar o cursor do mouse por cima do ícone azul, ao lado da paginação das edições. São exibidas diversas possibilidades, desde o menor tamanho (6%) até a resolução de digitalização máxima (tamanho original). Aqui é conveniente abordar a questão da reprodução. Na barra superior da ferramenta o usuário irá perceber que a opção de salvar a página encontra-se desabilitada, contudo, por se tratar de uma imagem, é possível salvar esta em todos os navegadores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_copia.png"><img class="size-full wp-image-2310 aligncenter" title="jornais_digitalizados_copia" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_copia.png" alt="" width="282" height="309" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Em geral (no Windows e Linux) basta clicar com o botão direito (ou de opções) em cima da imagem da página e escolher a opção &#8220;salvar imagem como&#8221; (ou similar), porém, a página será gravada conforme o tamanho exibido, assim, recomenda-se escolher a dimensão &#8220;tamanho original&#8221; antes de salvar a imagem. No caso de buscas por palavras, a marcação em verde da palavra de pesquisa na página do jornal também será mantida, o que é um inconveniente para aqueles que desejam utilizar esta imagem em algum trabalho. A saída para este caso é anotar o nome do periódico, ano, edição e página, voltar a página inicial e escolher aquele título sem o uso de termos de busca. Assim, bastará navegar pelo esquema de pastas até chegar na página desejada sem marcação alguma, optar pelo tamanho original e salvar a página. Esta será guardada em arquivo jpeg.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_miniaturas.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2311" title="jornais_digitalizados_miniaturas" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_miniaturas.png" alt="" width="739" height="140" /></a></p>
<p style="text-align: left;">No botão verde, ao lado daquele dedicado as dimensões de visualização, teremos também as opções de visualização em miniatura das páginas, das capas e das ocorrências. Esta é uma opção em geral utilizada por aqueles que desejam fazer sua consulta baseada em imagens, excluindo assim as páginas apenas textuais. Mas o uso desta função pode ser ampliado e tenho como experiência uma solução gerada por um usuário que procurava sobre o clube &#8220;flamengo&#8221;, sendo que este também é o nome de uma rua, de um parque, de um bairro e do aterro do flamengo, sendo que normalmente estas ultimas possibilidades ocorrem no classificado. Assim, o usuário percebeu o layout característico dos classificados no Correio da Manhã e utilizou a ferramenta de miniaturas para observar quais páginas seriam dos classificados, excluindo estas de sua pesquisa. O que demonstra que esta possibilidade também pode ser adequada a necessidade e criatividade do usuário.</p>
<p style="text-align: left;">Em geral, estas são as possibilidade de pesquisa do sistema da DOCPRO, utilizando em memoria.bn.br. A empresa oferece uma ajuda de uso com imagens e vídeos, acessível em <a href="http://www.docpro.com.br/ajudaDrDlight/index.html">http://www.docpro.com.br/ajudaDrDlight/index.html</a></p>
<h2 style="text-align: left;">Busca cronológica</h2>
<p style="text-align: left;">&gt; Vantagens: baixar a edição completa em .pdf, busca no conteúdo do arquivo já armazenado em seu computador</p>
<p style="text-align: left;">Voltamos então a tela inicial da HDB &#8211;  <a href="http://hemerotecadigital.bn.br" target="_blank">hemerotecadigital.bn.br</a> - a seguimos pela segunda opção apresentada no item pesquisa no acervo</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_digital.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2312" title="hemeroteca_digital" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_digital.png" alt="" width="822" height="745" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O grande objetivo deste site é ser aberto para busca do Google para recuperar informações sobre os periódicos digitalizados, oferecendo também históricos sobre os títulos, informações referenciais não presentes no sistema de busca por palavras. Aqui também é possível observar os últimos item digitalizados e notícias sobre a hemeroteca. É bom observar que podem haver diferenças no quantitativo de periódicos oferecidos no item busca por palavra e busca cronológica e que a lista colocada ao fim deste tutorial se refere aos disponíveis no busca por palavras.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_registros.png"><img class="size-full wp-image-2329 aligncenter" title="hemeroteca_registros" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_registros.png" alt="" width="740" height="106" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Ao selecionar a opção Busca Cronológica o pesquisador chegará a uma página com o formulário acima para a consulta aos títulos desejados. Um diferencial apresentado aqui é a busca por cidade, que não está presente na busca cronológica. Ao selecionar um título específico o pesquisador chegará na tela abaixo.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_hemeroteca.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2313" title="jornais_digitalizados_hemeroteca" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/jornais_digitalizados_hemeroteca.png" alt="" width="773" height="609" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Construída em Dupal e buscando o modelo portal, sua estrutura na verdade é de um blog, onde os posts ou artigos, são informações sobre os periódicos digitalizados e o acesso ao conteúdo, conforme a página básica exibida acima.</p>
<p style="text-align: left;">No resultado haverá &#8211; atualmente apenas para alguns periódicos &#8211; um histórico da publicação e para cada título dois links serão exibidos.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_digital_icones.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2314" title="hemeroteca_digital_icones" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_digital_icones.png" alt="" width="296" height="239" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O segundo ícone encaminhará para a página do periódico na ferramenta de busca por palavra exaustivamente abordada neste tutorial (principalmente na parte 1), sendo que a primeira levará o usuário a um calendário, onde este deverá escolher o ano e número baixando a edição completa em .pdf</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_digital_calendario.png"><img class="aligncenter  wp-image-2315" title="hemeroteca_digital_calendario" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_digital_calendario.png" alt="" width="830" height="413" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Esta possibilidade só é útil para aquele que já sabe a edição que irá pesquisar, não precisa de busca por palavras em várias edições ou periódicos e necessita da guarda de toda a edição. Mesmo assim, é bom observar a qualidade superior de guarda da imagem quando colocada em tamanho original na ferramenta de busca por palavra (na forma indicada neste tutorial) e do volume maior de possibilidade de tratamento e uso do jornal em trabalhos quando em imagem .jpeg em relação ao .pdf do calendário.</p>
<p style="text-align: left;">Mas a guarda de toda a edição pode ser útil para aquele que deseja buscar palavras em uma edição sem estar conectado a Internet. Isto ocorre pelo fato dos .pdf gerados serem também oceirizados e permitirem a busca de palavras no arquivo baixado.</p>
<p style="text-align: left;">Enfim, esta é uma ferramenta de múltiplas possibilidades levando o pesquisador mais próximo a informação desejada e que como já observamos no início deveria ser indicada aos usuários a exaustão.</p>
<p style="text-align: left;">Porém, mesmo com um trabalho magnífico e mais de 600 títulos digitalizados pela Biblioteca Nacional, existem várias outras instituições digitalizando periódicos sem uma busca integrada. O Bibliotecno vem buscando ajudar a reunir estas informações que podem ser acessadas por <a href="www.bibliotecno.com.br/periodicos " target="_blank">www.bibliotecno.com.br/periodicos </a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2270" target="_blank"><span style="color: #ff0000;"><strong>CLIQUE AQUI PARA A PRIMEIRA PARTE DESTE TUTORIAL</strong></span></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Mas depois de todo este papo você pode estar perguntando: Quais são os títulos digitalizados? São muitos e não é complicado de encontrar na hemeroteca, mas, vamos aqui relacionar, fazer uma lista sem fim de todos os títulos digitalizados até o momento em que este tutorial foi escrito&#8230; Muita coisa? Use o Ctrl + F e procure</strong></p>
<p style="text-align: left;">A Actualidade  ; A Assembleia Legislativa Provincial do Espirito Santo  ; A Aurora Fluminense  ; A Batalha  ; A Bomba  ; A Campanha  ; A Capital  ; A Carranca  ; A Cidade  ; A Cidade do Turvo  ; A Coalição  ; A Constituição ; A Constituição : Orgao do Partido Conservador  ; A Constituinte  ; A Cruzada  ; A Epoca  ; A Época  ; A Epocha  ; A Escola  ; A Esquerda  ; A Estação  ; A Estrella do Norte  ; A Familia  ; A Federação  ; A Folha da Victoria  ; A Folha Nova  ; A Imprensa  ; A Instrucção Publica  ; A Lanterna  ; A Liberdade  ; A Lucta  ; A Mai de Familia  ; A Malagueta  ; A Manha  ; A Manhã  ; A Marmota  ; A Marmota na Corte  ; A Nação  ; A Noite  ; A Noite: Supplemento  ; A Noticia  ; A Offensiva  ; A Patria Paraense  ; A Phenix  ; A Politica  ; A Provincia  ; A Provincia de Matto Grosso ; A Razão  ; A Reacção  ; A Reforma  ; A Regeneração  ; A Republica  ; A Republica: Orgão do Club Republicano  ; A Revista  ; A Revoluçaõ de Novembro  ; A Revolução Pacifica  ; A Semana  ; A Tribuna  ; A Tribuna Livre  ; A União  ; A Vanguarda  ; A Verdade  ; A Vida Fluminense  ; A Vida Moderna  ; A Voz da Religião  ; A Voz da Religião no Cariri  ; A Voz do Caixeiro  ; Almanach Agricola Fluminense  ; Almanach Brazileiro Illustrado  ; Almanach da Educadora Companhia Nacional de Seguros de Vida  ; Almanach da Revista do Exercito Brasileiro  ; Almanach de Juiz de Fora  ; Almanach do Armazem Encyclopédico  ; Almanach do Carmense  ; Almanach do Paraná  ; Almanach do Rio de Janeiro  ; Almanach do Vassourense  ; Almanach Guimaraes  ; Almanach Illustrado do Correio da Europa  ; Almanach Popular Campista  ; Almanach Sul Mineiro ; Almanack do Centenario de Rezende  ; Almanack Litterario Alagoano das Senhoras  ; Almanak  ; Almanak : Administrativo, Mercantil e Industrial  ; Almanak Administrativo da Provincia do Maranhão  ; Almanak Administrativo Mercantil, e Industrial da Bahia  ; Almanak Administrativo, Civil e Industrial  ; Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial  ; Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial da Provincia de Pernambuco  ; Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro  ; Almanak Administrativo, Mercantil, Industrial e Agricola  ; Almanak Corumbaense  ; Almanak da Provincia das Alagoas  ; Almanak da Provincia de São Paulo  ; Almanak do Amigo dos Surdos Mudos  ; Almanak do Estado de Alagoas  ; Almanak do Jornal do Agricultor  ; Almanak do Povo  ; Almanak do Restaurant Democrata  ; Almanak dos Negociantes do Imperio do Brasil  ; Almanak Historico de Lembranças Brasileiras  ; Almanak Industrial, Mercantil e Administrativo da Cidade e Municipio de Campos  ; Almanak Medico da Imperial Pharmacia Diniz  ; Almanak Popular do Rio de Janeiro  ; Almanak Republicano Brazileiro  ; Almanaque do Garnier  ; America Brasileira  ; America Latina: Revista de Arte e Pensamento  ; Annaes Brasilienses de Medicina  ; Annaes da Academia de Medicina  ; Annaes da Assembléa Legislativa Provincial da Bahia  ; Annaes da Assembléa Legislativa Provincial do Rio de Janeiro  ; Annaes da Camara dos Senhores Deputados do Estado Federado da Bahia  ; Annaes da Escola de Minas de Ouro Preto  ; Annaes de Medicina Brasiliense  ; Annuario da Aug. e Resp. Loj. Cap. Estrella do Oriente  ; Annuario da Provincia do Rio Grande do Sul  ; Annuario das Estações Sportivas  ; Annuario de Estatistica Demographo Sanitaria da Cideade do Rio de Janeiro  ; Annuario de Minas Geraes  ; Annuario do Ensino  ; Annuario Fluminense  ; Annuario Historico Brazilense  ; Annuario Medico Brasileiro  ; Annuario politico, historico e estatistico do Brazil  ; Architectura no Brasil  ; Archivo Medico Brasileiro  ; As Orphãs  ; Astro de Minas  ; Aurora Cearense  ; Autores e Livros  ; Bazar Volante  ; Boletim da Alfandega do Rio de Janeiro  ; Boletim da Illustrissima da Camara Municipal da Corte  ; Boletim da Libertadora Norte Rio Grandense  ; Boletim da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro  ; Boletim do Expediente do Governo  ; Boletim do Grande Oriente do Brasil  ; Boletim do Grande Oriente Unido e Supremo Conselho do Brazil  ; Boletim do Museu Paraense  ; Boletim Eleitoral  ; Brado Conservador  ; Brasil. Ministério do Império  ; Brazil  ; Brazil Livre  ; Breviario  ; Calendario e Dados Astronomicos  ; Campeão Lusitano  ; Carbonario  ; Cartão Postal  ; Chronica Maranhese  ; Chronista  ; Cidade de Caxias  ; Cidade do Rio  ; Ciência para Todos  ; Ciência Política  ; Cine Reporter  ; Cinearte  ; Città di Caxias  ; Clamor Nacional  ; Club Curitybano  ; Commercio do Amazonas  ; Conceição do Serro  ; Conferencias Populares  ; Constitucional  ; Constitucional Pernambucano  ; Correio da Assemblea Provincial  ; Correio da Bahia  ; Correio da Manhã  ; Correio da Tarde  ; Correio da Victoria  ; Correio de Minas  ; Correio de S. Paulo  ; Correio do Brazil  ; Correio do Estado  ; Correio do Municipio  ; Correio do Norte  ; Correio do Sertão  ; Correio Mercantil  ; Correio Mercantil, e Instructivo, Politico, Universal  ; Correio Official de Goyaz  ; Correio Official de Minas  ; Correio Paraense  ; Correio Paulistano  ; Correio Sergipense  ; Corsario  ; Courrier Du Brésil  ; Critica  ; Deutshe Beitung  ; Dezesseis de Julho  ; Diario Carioca  ; Diario da Assemblea Geral, Constituinte, e Legislativa do Imperio do Brasil  ; Diario da Assemblea Legislativa Provincial de Minas Geraes  ; Diario da Camara dos Senadores do Imperio do Brasil  ; Diario da Noite  ; Diario de Belem  ; Diario de Minas  ; Diario de Noticias  ; Diario de S. Luiz  ; Diario de S. Paulo  ; Diario do Abax&#8217;o Piques  ; Diario do Brazil  ; Diario do Commercio  ; Diario do Maranhão  ; Diario do Natal  ; Diario do Povo  ; Diário do Rio de Janeiro  ; Diario Español  ; Diario Mercantil  ; Diario Nacional  ; Diario Official  ; Diario Portuguez  ; Die Fackel  ; Diretrizes  ; Documentos Historicos ; Dom Casmurro  ; Don Quixote  ; Espelho Fluminense  ; Esphynge  ; Espirito Santo  ; Estado de Goyaz  ; Estrella do Amazonas  ; Exposição  ; Farol Maranhese  ; Festa  ; Flan: O Jornal da Semana  ; Folha do Acre  ; Folha do Domingo  ; Folha do Povo  ; Folhinha Commercial e de Utilidade Geral  ; Folhinha de Almanak  ; Folhinha do Povo  ; Folhinha Nacional  ; Fundamentos  ; Gazeta Artistica  ; Gazeta Colonial  ; Gazeta da Bahia  ; Gazeta da Noite  ; Gazeta da Tarde  ; Gazeta de Noticias  ; Gazeta de Petropolis  ; Gazeta do Commercio  ; Gazeta do Natal  ; Gazeta do Norte  ; Gazeta do Sertão  ; Gazeta dos Tribunaes  ; Gazeta Juridica  ; Gazeta Luzitana  ; Gazeta Médica da Bahia  ; 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<p> São imagens como a apresentada abaixo que você terá o prazer de encontrar na Hemeroteca Digital Brasileira da Biblioteca Nacional&#8230; Acesse: <a href="http://hemerotecadigital.bn.br" target="_blank">hemerotecadigital.bn.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/I0018660-2702527x034721.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2332" title="I0018660-27(02527x03472)" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/I0018660-2702527x034721.jpg" alt="" width="720" height="1087" /></a></p>
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		<item>
		<title>Biblioteca Nacional lança sua hemeroteca digital &#8211; Tutorial parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 05:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Biblioteca Digital da BN - 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[BNDigital]]></category>
		<category><![CDATA[hemeroteca digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornais digitalizados]]></category>
		<category><![CDATA[memoria]]></category>
		<category><![CDATA[revistas digitalizadas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Biblioteca Nacional lançou sua hemeroteca digital com acesso em (hemerotecadigital.bn.br para site do produto e memoria.bn.br para acesso direto a coleção e busca por palavras no conteúdo) já trazendo mais de 600 títulos de periódicos digitalizados. O produto foi feito pela empresa DOCPRO e teve financiamento da FINEP]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 05/07/2012  a Biblioteca Nacional lançou sua Hemeroteca Digital Brasileira. O Bibliotecno noticiou ao longo destas semanas pelo <a href="http://www.teitter.com/bibliotecno" target="_blank">twitter</a> e pelo <a href="http://www.facebook.com/groups/110809005642944/" target="_blank">grupo do facebook</a> o serviço, mas deixou para depois o tópico mais longo. Este é um texto para bibliotecários e para usuários comuns, baseado na experiência de pesquisa junto a diversos usuários enquanto este serviço estava em versão de testes.</p>
<p>Primeiro falaremos ao bibliotecário, principalmente aos de bibliotecas universitárias (e públicas): Porque devo conhecer a fundo a Hemeroteca Digital Brasileira (HDB)? Para ampliar seu serviço de referencia! Em bibliotecas públicas é uma ótima ferramenta para levar a histórica local a seus usuários, já que a HDB contém periódicos de diversas cidades, para instigar o usuário na busca de temáticas diferentes e para contribuir para a inclusão digital.</p>
<p>Para as bibliotecas universitárias a coisa já é mais grave, pois muitos usuários dependem da consulta em fatos do dia a dia, em conteúdo publicado exclusivamente em jornais e revistas não científicas. Sua biblioteca tem em sua página links para o Scielo? Coloque um para a HDB também! Querem dados? Vou reproduzir aqui um slide da apresentação que fiz em dezembro de 2011 no evento Bibliocamp, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/coper2011.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2290" title="coper2011" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/coper2011.png" alt="" width="723" height="459" /></a></p>
<p>Ai estão os dados do atendimento presencial no setor de periódicos da Biblioteca Nacional de janeiro a outubro de 2011, mas é bom lembrar que a BN também atende diversos outros através de seu serviço de atendimento a distância. Aquele pesquisador não residente no Rio de Janeiro tem um bom serviço de busca a informação pela própria biblioteca, mas é um processo mais demorado que a busca pelo próprio solicitante, além da necessidade de pagamento pelas cópias. Para aqueles que não podem esperar, uma viagem a cidade do Rio de Janeiro é a única solução. O Rio de Janeiro é uma cidade turística e cara e o usuário ainda terá o custo com a cópia e o desespero é grande quando estes percebem que o tempo não será suficiente para a pesquisa, resultando em uma pesquisa mais limitada ou aumento nos custos.</p>
<p>É claro que a ferramenta da qual falaremos não irá resolver todos os problemas, pois a biblioteca tem mais de 60.000 títulos de periódicos e os digitalizados ainda não chegaram a 1.000, mas é possível facilitar a pesquisa para alguns e até mesmo agilizar o serviço de atendimento da distancia com um volume menor de pedidos, deixando graduandos, mestrandos e doutorandos mais livres para suas pesquisas e sem a necessidade de altos custos.</p>
<p>Mas este serviço não só para pesquisadores acadêmicos, é voltado a todos. Os usos e costumes de nossa sociedade está ali em um volume de informações que abordam todas as possíveis temáticas, para todos os possíveis grupos de interesses. Assim, este texto não se limitará apenas a falar sobre o lançamento da HDB, mas servir de um tutorial para aqueles que pretendem usar ou conhecer o serviços para as mais diversas finalidades.</p>
<p><em><strong>Ao final da segunda parte deste tutorial, o Bibliotecno lista todos os títulos digitalizados por este serviço até o momento da edição final deste texto.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>A HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA</h1>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_ipad.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2297" title="hemeroteca_ipad" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_ipad.png" alt="" width="652" height="860" /></a></p>
<p>Este é um projeto da Biblioteca Nacional, financiado pela FINEP e tendo como contratada para a captura de imagens a partir de microfilmes a DOCPRO. É bom falar que a HDB é para todos, para todo tipo de pesquisa e, tendo a BN um grandioso acervo, este casamento com a FINEP não poderia ter gerado um fruto melhor. Esperamos que a FINEP possa renovar o financiamento e assim cada vez mais obras possam ser digitalizadas, ampliando o acesso e tornando público tesouros que antes estavam escondidos da maioria.</p>
<p>A HDB é lançada com quase 700 títulos digitalizados e em expansão. As obras que constam no serviço são raras ou em domínio público (com algumas exceções, onde houveram acordos com o detentor do direito autoral).</p>
<p>O seu endereço oficial é <a href="http://hemerotecadigital.bn.br" target="_blank">hemerotecadigital.bn.br</a>  e permite várias formas de recuperação da informação</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>A BUSCA PELO CONTEÚDO DOS PERIÓDICOS</h1>
<p>A Hemeroteca Digital Brasileira tem por vantagem não só oferecer o documento digitalizado, mas permite buscar informações no conteúdo da coleção por título e por todo o acervo, basicamente com o acesso por dois modos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_capa.png"><img class="wp-image-2327 aligncenter" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="hemeroteca_capa" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/hemeroteca_capa.png" alt="" width="781" height="462" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao acessar o endereço <a href="http://hemerotecadigital.bn.br" target="_blank">hemerotecadigital.bn.br</a> o pesquisador chegará até a página acima com duas formas de busca no acervo&#8230; por palavra e cronológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Busca por palavra</h2>
<p>&gt; Vantagens: busca por palavra no conteúdo de um jornal ou coleção como um todo, baixar apenas uma página do periódico desejado, navegação via web, sem a necessidade de fazer download do documento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será a página abaixo que o usuário irá visualizar ao clicar no item Busca por Palavra em <a href="http://hemerotecadigital.bn.br" target="_blank">hemerotecadigital.bn.br</a></p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/memoria.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2291" title="memoria" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/memoria.png" alt="" width="825" height="580" /></a></p>
<p>É uma interface de busca direta ao acervo, sem rodeios, utilizando a tecnologia proprietária da DOCPRO.</p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/memoria_barra.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2292" title="memoria_barra" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/memoria_barra.png" alt="" width="741" height="74" /></a></p>
<p>Logo acima o usuário tem 3 opções de formulários para gerar sua busca: por título de periódico, por período ou local.</p>
<p>A primeira é ideal para aquele que já sabe o título a ser recuperado, bastando digitar no primeiro campo palavras do título em qualquer ordem. Conforme a digitação ocorre o sistema vai exibindo os resultados possíveis de periódicos que contém aqueles termos em seu título. Ao selecionar um periódico habilita-se a caixa seguinte, onde serão apresentados os períodos em que a aquele periódico está disponível, agrupados por décadas. A opção seguinte é a possibilidade de inserir ou não um termo de busca no conteúdo do periódico.</p>
<p>A segunda e terceira opções funcionam da mesma forma, onde o usuário não irá iniciar a busca pelo título, mas por um período ou local. A cada caixa preenchida o sistema habilita a seguinte até chegar na caixa de títulos (a penúltima), onde serão listados os digitalizados de acordo com os parâmetros anteriormente preenchidos. Nestes casos a busca por termos no conteúdo do periódico poderá ser feita em um dos títulos listados pelos parâmetros citados ou mesmo em todos (sempre a primeira opção da listagem) daquele período/local.</p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/memoria_periodo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2293" title="memoria_periodo" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/memoria_periodo.png" alt="" width="740" height="501" /></a></p>
<p>O exemplo acima é para periódicos da década de 1920 publicados no Rio de Janeiro, nas páginas de todos os periódicos onde aparece o termo &#8220;febre amarella&#8221;. Aqui é bom observar que o termo é buscado no conteúdo do periódico e assim, deve obedecer a grafia da época. Para você usuário (ou para o bibliotecário que irá explicar ao usuário) é bom saber que como se trata de uma busca no conteúdo de um jornal é necessário mergulhar no texto jornalístico. É preciso saber os termos que o jornalista utilizaria para descrever uma situação e quando a busca é feita em vários jornais, o termo pode ser mais eficaz para uns e pouco para outros. Isto deve-se a variedade dos estilos jornalísticos por títulos e por épocas.</p>
<p>Não sabendo os termos ao certo, é bom que se faça a busca por um ou mais prováveis e na leitura das matérias, que se encontre outros termos mais utilizando por aquele determinado jornal, refazendo a busca neste. Para citar alguns exemplos, já encontrei usuários buscando por &#8220;Chiquinha Gonzaga&#8221;, mas os jornais utilizavam &#8220;Francisca Gonzaga&#8221;, outro procurando por &#8220;negros&#8221; em periódicos do século 19, em momento de escravidão onde eram tratados por &#8220;pretos&#8221;. Outro tipo de erro é buscar por termos que descrevem determinado fato hoje em jornais da época em que ocorreu, como &#8220;crack da bolsa de nova iorque&#8221;, diversas revoluções denominadas apenas anos depois pela história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sistema da DOCPRO apresenta as seguintes regras para a combinação de termos:</p>
<p><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/combinacao_de_termos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2294" title="combinacao_de_termos" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/combinacao_de_termos.png" alt="" width="778" height="298" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2302"><span style="color: #ff0000;"><strong>CLIQUE AQUI PARA A SEGUNDA PARTE DESTE TUTORIAL</strong> </span></a></span></p>
<p>&nbsp;<br />
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		<title>Curso de Biblioteca Digital da BN – Quinto dia – Curadoria, Web Semântica, Repositórios, Datacenter / Moreno, Marcondes, Weitzel e Chaves</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jul 2012 15:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex da Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Biblioteca Digital da BN - 2011]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria digital]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
		<category><![CDATA[owl]]></category>
		<category><![CDATA[rdf]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[repositórios]]></category>
		<category><![CDATA[web semantica]]></category>
		<category><![CDATA[XML]]></category>

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		<description><![CDATA[Os principais assuntos abordados no quinto dia do Curso de Biblioteca Digital da Biblioteca Nacional com Moreno Barros, Luiz Marcondes, Simone Weitzel e Geraldo Chaves foram Curadoria digital, web semântica , repositórios e data center]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimo dia do Curso de Bibliotecas Digitais da Biblioteca Nacional, um curso que buscou em diversas palestras nivelar o conhecimento de diversos profissionais para o que é feito, para o que se espera de bibliotecas digitais e repositórios. Neste quinto dia os temas foram: Curadoria digital, com Moreno Barros; A web, cultura digital e bibliotecas, com Carlos H. Marcondes; Repositórios institucionais, com Simone R. Weitzel; e      . O evento ocorreu entre os dias 2 e 6 de julho e aqui no Bibliotecno você encontra o resumo diário, a ideia central do conhecimento transmitido no evento, em <a href="http://bibliotecno.com.br/?cat=417" target="_blank">Curso de Bibliotecas Digitais da Biblioteca Nacional</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/Capturar1.png"><img class="aligncenter  wp-image-2283" title="Capturar" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/Capturar1.png" alt="" width="804" height="416" /></a></p>
<p>Não diga adeus as bibliotecas! Esta é a mensagem que Moreno Barros passa em sua apresentação Curadoria Digital, onde digitalização não pode ser vista apenas como fornecimento de acesso, em que redes sociais não podem ser vistas apenas como algo para alguns viciados e onde toda a sociedade deve ser vista como usuário potencial.</p>
<p>Em uma biblioteca digital devemos pensar: quem são os usuários agora? Qualquer indivíduo, diferente da biblioteca tradicional, onde as barreiras geográficas impõe limites ao acesso. Porém, existem problemas nos modelos de bibliotecas e estes acabam chegando no mundo digital: bibliotecários decidem o que publicar, há uma replicação da abordagem física para o mundo digital e este é um problema quando todo o mundo é seu público alvo, pois, não estamos falando apenas para aquele pesquisador especial.</p>
<p>A biblioteca ainda espera o usuário, que ele vá a biblioteca. Assim funcionou por anos no modelo tradicional, mas infelizmente é assim que estão trabalhando muitas bibliotecas digitais. O usuário deve ir ao portal da biblioteca digital, quando não existem outros caminhos mais complexos, e lá chegar a um catálogo que replica o mundo tradicional, etc. Mas não é isto que deve ocorrer, a biblioteca é que deve ir a onde está o usuário nestes novos tempos, o catálogo deve aparecer no google&#8230; Deve-se estar visível! E para que criar imagens de alta definição e por na web&#8230; O povo não quer isto! Não devemos confundir isto com não criar a imagem em alta definição, pois ela deve ser feita pensando em fins de preservação a longo prazo, para entrega ao usuário especial, quando este necessitar, mas não deve ser o acesso principal ao público. Não se pode por no ar um arquivo de 200mb para uma obra e achar que está acessível em um país com problemas de banda de internet, não quando o foco deveria ser todos. Estamos com alguns problemas de rede.</p>
<p>Como já foi dito anteriormente, na web, os catálogos são acessíveis, mas os &#8220;caras&#8221; tem que vir a biblioteca.. Isto não serve! O problema que resulta neste modelo é que os projetos de digitalização são muito focados na digitalização. E o investimento em marketing, em curadoria&#8230;? Moreno diz acompanhar os projetos e afirma que quase nenhum menciona a divulgação do acervo e que a curadoria, quando implantada depois do projeto já estar concluído, recebe o menor investimento, ou seja, gasta-se muito para dar acesso, mas pouco para tornar isto conhecido, resumindo, gasta-se muito de todos para poucos!</p>
<p>Alguns problemas mais críticos abordados por Moreno são: a necessidade de por os recursos mais descobríveis, mostrar o que temos de melhor tanto para pessoas quanto para robôs. Devemos tornar tudo VISÍVEL! Não espaço para tesouros escondidos nesta nova era. Nós temos muita coisa boa em nossa guarda, mas eles estão escondidos, cobertos por uma série de barreiras. Devemos ter tesouros, mas ao acesso de todos. Devemos pensar no google (e concorrentes) e por as coisas rastreáveis.</p>
<p>Redes Sociais</p>
<p>Devem servir para ajudar em seu trabalho, ser usada para exploração ad hoc, como estratégia para difusão e interação, pois muitas (todas) as pessoas estão lá, e as redes sociais são de baixo custo. Infelizmente, redes sociais, no Brasil, aplicadas as bibliotecas é algo que não deu certo, mas ainda há um potencial a ser explorado. O projeto de rede social deve estar incluído ao seu trabalho, entrar na carga de trabalho.</p>
<p>A curadoria é um nome novo para algo velho problema.. é disseminação. Pensando em redes sociais, O bibliotecário é um profissional que sabe usar as ferramentas para divulgar, mas está muito focado em informações para seus pares, contudo, a divulgação institucional não funcionou.</p>
<p>Bibliotecas digitais resolvem a barreira da acessibilidade, curadores de conteúdo resolvem o problema da barreira para participação, buscando refinar a informação, enviando a informação para usuários. É DSI! São polinizadores necessários entre o acessível e o acesso real. Devemos mudar o modelo, pois a teoria de Rabganathan estava relacionada a teoria da escassez, enquanto hoje temos a abundância. E pensando nesta abundância,  há um problema de filtragem. Seu filho fica o dia inteiro no facebook? Este não é o problema. A questão é a falta de filtros, algo que vem de um problema educacional e os bibliotecários devem levar a estes o conhecimento de muita informação &#8220;boa&#8221; que disponibilizamos.</p>
<p>Nós bibliotecários temos o conteúdo com acesso ilimitado as coleções, reconhecemos fontes confiáveis e não precisamos entrar na disputa ética da criação. Em muitas situações, o criador da informação, ou o gestor da mesma, não vê com bons olhos a divulgação de materiais seus por terceiros, utilizando seu conteúdo. A nossa vantagem é que todos os criadores de conteúdo consideram o bibliotecário como guardiões de conteúdo deste sempre.</p>
<p>Para curadoria você deve responder: Quem é o público alvo? Qual conteúdo? Impedimentos legais? Quanto tempo dura? Como as pessoas vão acessar? Onde ele vai ficar? Quem vai ser o curador?</p>
<p>5% em 50%&#8230; A rede social não vingou? É necessário ter um funcionário para trabalhar com elas em curadoria, e isto tem que entrar no projeto da biblioteca digital, o profissional dedicado à moderação /facilitação. Mas qual ferramenta social usar? Onde estão seus usuários!</p>
<p>Moreno sugere&#8230; Flickr, pinterest, tumblr para imagens, WordPress para conteúdo, Facebook e twitter para interação <a href="http://archive.org" target="_blank">archive.org</a> e  para guarda. E o bibliotecário deve conhecer a fundo o ferramental, mas, para se ter uma ideia, as bibliotecas brasileiras ainda não criam aplicativos de Smartphone e Tablets para seus eventos, excluem este meio de divulgação e ampliação no fornecimento de conteúdo. Tem que se contratar alguém para criar o aplicativo? Que se contrate! É um investimento para a sobrevivência. Outra questão é a de identificação do bibliotecário como profissional de disseminação/interação com o usuário. Em blogs, ferramentas não formais, o bibliotecário é que deve se identificar pelo conteúdo, não colocar como um conteúdo da instituição, aliás, a instituição já reconhecida por ser este blog uma ferramenta dedicada a ela.</p>
<p>Coisas que devem ser feitas: o monitoramento e  a dispersão do conteúdo deve entrar na conversação. A estatística deve ser divulgada! Deve-se buscar retornar novas informações para a sua comunidade social (intervenção e feedback). Exemplificando este ultimo item: não sabe os dados de uma foto? Coloque na web,  em ferramenta não formal, mesmo sem dados levantados e tente conseguir os dados por interação junto com os próprios usuários. Faça o usuário colaborar até mesmo com a catalogação. As instituições tem que informar os direitos de uso, licenças, para que um curador externo possa saber o que pode usar.</p>
<p>O que é boa curadoria? Que distingue a excelente curadoria de conteúdo do ruído ou spam é o conhecimento e habilidades do curador.</p>
<p>Questões para o futuro&#8230; Facilitar a descoberta automática de conteúdos de qualidade!</p>
<p>O canal Viva, por exemplo, é um canal para exibir os tesouros da Rede Globo. Há curadoria quando se decide o que entra no viva. Moreno dá o exemplo da Library of Congress de uma imagem que tinha poucos acessos em seu catálogos, mas que passou a ganhar muitos quando a instituição replicou esta no Flickr,  e nos comentários da ferramenta usuários começaram a dar informações sobre as fotos que a biblioteca não tinha conhecimento. Isto não aconteceria no catálogo OPAC.</p>
<p>Moreno utiliza a ferramenta Pinterest &#8211; <a href="http://pinterest.com/morenobarros/" target="_blank">http://pinterest.com/morenobarros/</a> -  para divulgar imagens, inclusive de bibliotecas, como em <a href="http://pinterest.com/morenobarros/biblioteca-nacional-digital/" target="_blank">http://pinterest.com/morenobarros/biblioteca-nacional-digital/</a></p>
<p>A palestra de Moreno tirou os bibliotecários presentes da zona de conforto, mostrando a resistência de alguns, porém, esta era uma finalidades da apresentação, pois romper o tradicional com o novo sem algumas resistências é impossível.</p>
<div id="attachment_2280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 847px"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/pinmoreno.png"><img class=" wp-image-2280 " title="pinmoreno" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/pinmoreno.png" alt="" width="837" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Pinterest de Moreno e a coleção da BNDigital</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A seguir veio &#8220;A web, cultura digital e bibliotecas&#8221;, com Carlos H. Marcondes, uma palestra que veio para  discutir os dados abertos, uma proposta que vem da web semântica.</p>
<p>Cultura digital: A internet vem sendo a plataforma para registros da cultura humana, produção, acesso e intercâmbio não só de acervo histórico convertido, mas de meio nascido digital passíveis de serem colocados na internet. Hoje nos temos cada vez tipos de conteúdos somados aos conteúdos textuais e com a Internet aumentou a responsabilidade de potencializar o uso dos acervos.</p>
<p>Desafio: Autonomia crescente dos usuários. As bibliotecas deve se planejar para terem mais e mais serviços em rede, deve- se ter integração com a gestão do conhecimento, ensino a distancia, corporativos, científicos, integração com outras instituições de cultura e com outras instituições.</p>
<p>Hoje nos temos o opac na Internet. Um sistema que aparentemente resolve todas as questões, mas  se eu for consultar um catálogo e por um nome no campo de issn ele não entende que aquilo é o nome. Nossos sistemas tem pouca interpretação semântica, dependendo da intervenção humana, de regras. A questão é que nossos sistemas de bibliotecas não conseguem interpretar o que o usuário quer. Dependência de quem entende o modelo&#8230; O bibliotecário!  Observe que padrões como o Marc, protocolos como o Z39.50 são exclusivos e restritos de nossa área. São estes padrões somados  aos softwares de bibliotecas, os elementos que impedem uma interação na web. Observe que o Marc só tem o 856 para se fazer um link. Os gerenciadores de bibliotecas são limitados, o registro fica preso ao catálogo sem integração com a web. Motivo : estes registros dependem dos softwares com padrões antigos.</p>
<p>Assim temos problemas como dependência da intervenção humana, a mesma entidade representada por sistemas e semânticas distintas, problemas de descoberta e recuperação.</p>
<p>A proposta da web semântica  seria uma extensão da web atual, trazendo significado as páginas da web, permitindo que softwares possam fazer soluções mais elaboradas por causa da semântica. A proposta é forte, ambiciosa, pois se o projeto for bem conduzido à web semântica poderá acompanhar a evolução do conhecimento.</p>
<p>A parte mais desenvolvida da web semântica  é a interpretação de dados. Programas/agentes atuariam sobre informações estruturadas, mas a inteligência não poderia estar nos programas, deveriam estar nas informações. Os computadores usam a lógica formal, dedutiva, mas esta é baseada na forma e não no conteúdo.</p>
<p>Um dos conteúdos estruturados é a ontologia, onde a a informação pode ser deduzida pela interligação dos conteúdos e ao programa bastaria entender as ligações.</p>
<p>Web semântica&#8230; Linguagens estruturais&#8230; Xml, xml schema, rdf, rdf schema, owl,</p>
<p>Seguindo a ordem acima, é a partir do rdf que se pode falar em alguma semântica. Um documento idenficado em rdf difere do xml por identicar itens e definir a ordem. No rdf há uma semântica com sujeito, predicado e objeto e no xml não há nada disso, nem ordem, nenhum pressuposto para o computador entender. No rdf você pode falar que o autor é o criador da página, por haver uma semântica.</p>
<div id="attachment_2281" class="wp-caption aligncenter" style="width: 847px"><a href="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/rdf.png"><img class="size-full wp-image-2281" title="rdf" src="http://alexdasilveira.com/wp-content/uploads/2012/07/rdf.png" alt="" width="837" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo da informação estruturada em RDF, repare que para uma informação, como uma URI ou URL há uma sequencia de informações atreladas, uma contextualização. Obs: este não foi um exemplo apresentado por Macondes</p></div>
<p>Já o owl tem como pressupostos semânticos, classe, subclasse, propriedade, domínio, escopo, transitividade, cardinalidade. Na medida que eu tenho contudo altamente estruturado , o computador poderá ser dotado da interpretação.</p>
<p>A proposta: ao invés de ligar por links tradicionais, como você faz no 856 do Marc, fazer por links semânticos. A grande questão dos dados abertos, da web semântica, é poder reutilizar os dados.</p>
<p>Proposta: imagine o catálogo da LoC com todos seus problemas de interação com a web, convertendo está catálogo para Dublin Core eu poderia dizer que um campo é determinado elemento do DC. fazendo isto em xml conseguimos muito pouca capacidade para leitura por maquina.. Resolve apenas a leitura humana. Em rdf o identificador poderia ser interpretado. Mas nos dados da LoC há um número de registro que não serve para nada (no que tange ao conteúdo desta palestra), porém a LoC oferece o link permanente, a URL, em que a catalogação passou a ter existência independente do catalogo. Para dados abertos interligados são necessários os links permanentes,  o URI.</p>
<p>A idéia é ligar catálogo, wikipedia, youtube e mais informações sobre o item.</p>
<p>Na parte da tarde, tivemos &#8220;Repositórios institucionais&#8221; com Simone R. Weitzel. A palestrante falou sobre repositórios, principalmente os institucionais.</p>
<p>Breve histórico&#8230; Importância da adoção das TICs em bibliotecas&#8230; A idéia de acesso fácil a informação ao alcance das mãos surgiu com o Memex. Vannevar Bush buscou mostrar aos cientistas que deveriam se envolver em dar acesso a informações, um modelo de comunicação científica.</p>
<p>Modelo que nos levou aos dias de hoje. Chegada do computador &gt; bases de dados comerciais, Marc, protocolos.<br />
- Redes de informação (catálogos coletivos computadorirado em 67 )<br />
- Surgem os hospedeiros de bases de dados, como Dialog (70),Orbit Questel, etc.. E depois o surgimento das OPACs</p>
<p>Enquanto isso, mais inovações&#8230; Hipertexto, Arpanet, Internet e web&#8230; Seguiam junto ao modelo anterior. Mas o acesso universal estava muito longe, para tudo se tinha que pagar muito&#8230; Crise das revistas científicas. Na década de 90 as coisas mudaram com a adoção das TICs pela comunidade científica. Vieram novas dinâmica no processo de comunicação científica, acesso livre e domínio das tecnologias. No novo modelo temos os metadados Dublin Core, protocolos, provedores de dados, de serviços e a convivência com o modelo anterior.</p>
<p>Re-estruturação do processo de comunicação científica. Modelo tradicional reflete uma ideologia interna e envelhecida com o mediado, e o eletrônico com o acesso direto. Em 99, na convenção de Santa Fé, veio a ideia de juntar tudo numa interface sem apropriar-se do material de cada um&#8230; surgem os provedores de dados e serviços e depois o protocolo OAI &#8211; PMH.</p>
<p>São princípios do acesso aberto: auto arquivamento (disseminação), revisão pelos pares (fidedignidade), interoperabilidade (acessibilidade). A ideia é depositar o que foi revisto e evitar o gasto com as revistas.</p>
<p>Sobre os provedores de dados e serviços, poderíamos fazer a seguinte comparação. Revista.. informação primária. Provedor de dados.. secundária. Provedor de serviços.. terciárias.</p>
<p>Softwares provedores de serviços: antes era bem usado o Arc, mas hoje tudo que é usado tem sido PKP.</p>
<p>Repositório digitais&#8230; É um arquivo que reúne coleção de documentos digitais, adotando a mesma forma de descrição para a interoperabilidade, podendo os dados serem coletados por sistemas virtuais globais. Visa permitir o acesso organizado e livre a toda produção científica, feito de forma descentralizada e dependendo da iniciativa de cada autor.</p>
<p>Tipos: Institucionais, que reúnem a produção científica de uma instalação e temáticos, para uma área.</p>
<p>São vários os softwares existentes, mas o DSpace é mais utilizado no Brasil, o devido ao suporte o IBICT.</p>
<p>Novo modelo de periódicos de acesso aberto ou livre &#8211; Estrada dourada &#8211; implementação de revistas já no formato livre e interoperável. Auto arquivamento &#8211; Estrada verde &#8211; editores aceitam que os autores possam depositar livremente uma cópia de seus trabalhos em repositórios públicos de acesso livre.</p>
<p>Projeto Romeo, apresenta a política editorial das revistas científicas para apoiar a estratégia de auto arquivamento. O projeto Romeo mostra numa tabela de 4 níveis de cores, apresentando o que pode ir para o repositório. Se preprint, posprint, ambos ou nenhum. Mas o Romeo é um projeto local. No Brasil tem o Diadorim &#8211; <a href="http://diadorim.ibict.br">diadorim.ibict.br</a> &#8211; com a política editorial das editoras em relação a publicação em repositórios.</p>
<p>O evento terminou com o &#8220;Projeto de construção do data center da memória documental brasileira&#8221; com Geraldo Chaves. Este é um projeto que vem sendo pensado há 3 anos. A Implantação do data center visando salvaguardar, preservar e dar acesso. Hoje já são 8 terabytes de dados. Neste momento a implantação do data center esta na construção da sala segura no prédio sede da Biblioteca Nacional.</p>
<p>Os equipamentos a serem instalados comportam 500 terabytes iniciais, cloud computing HP Cloud system Matrix. Servidores Blade HP. HP 3PAR storages. e será possível crescer até 2 petabytes. A HP apoiou o projeto, quando soube que era a  Biblioteca Nacional que iria comprar um, até então um outro tipo de equipamento.  Acredita-se que o data center já esteja funcionando em setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E assim terminou o evento.</p>
<p style="text-align: center;">VEJA COMO FOI O PRIMEIRO DIA <a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2254" target="_blank">AQUI</a></p>
<p style="text-align: center;"> VEJA COMO FOI O SEGUNDO DIA <a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2261" target="_blank">AQUI</a></p>
<p style="text-align: center;"> VEJA COMO FOI O TERCEIRO DIA <a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2266" target="_blank">AQUI</a></p>
<p style="text-align: center;">VEJA COMO FOI O QUARTO DIA <a href="http://bibliotecno.com.br/?p=2275" target="_blank">AQUI</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
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